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Botafogo demite mais funcionários, agora no futebol; Caçapa deixa o clube

Cortes são vistos como fundamentais para reestruturação financeira da SAF

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Leonardo Bessa
Rio de Janeiro (RJ)
Dia 20/02/2026
15:25
Botafogo x Vasco - Caçapa
imagem cameraCláudio Caçapa em clássico Botafogo x Vasco (Foto: Vitor Silva/Botafogo)

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A onda de demissões na SAF do Botafogo chegou no departamento de futebol. Auxiliar permanente da comissão técnica, Cláudio Caçapa foi demitido do clube nesta sexta-feira (20) durante o processo e reestruturação e corte de gastos.

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Nas última semana, o Botafogo promoveu demissões em massa na parte corporativa que trabalhava no Estádio Nilton Santos, com mais de 30 profissionais desligados. Houve cortes nos setores jurídico, financeiro, RH, sócio-torcedor fim e outras pastas.

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Rafael Rezende (Foto: Reprodução)
Rafael Rezende (Foto: Reprodução)

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Futebol do Botafogo também sofre

Os cortes chegaram no futebol na última quinta-feira (19). Profissionais das categorias de base e futebol feminino foram comunicados sobre as rescisões dos contratos. O movimento também era esperado internamente.

Nome relevante no departamento de análise de mercado, o coordenador de scout Raphael Rezende também deixou o projeto da SAF. Ele foi um dos primeiros contratados por John Textor e o ex-CEO Thairo Arruda e participava principalmente da captação de jovens talentos.

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Conforme apurou o Lance!, a tendência é de novas demissões nos próximos dias. O Botafogo planeja reduzir a folha salarial dos demais setores para concentração em investimentos no departamento de futebol.

O Botafogo vê o cenário se agravando e atingindo além do elenco. Para 2026, John Textor e Thairo já haviam indicado a necessidade de redução da folha salarial do elenco, que foi uma das mais altas do Brasil em 2024 e 2025. A diretoria, recentemente, precisou contornar problemas de atraso em direito de imagem e FGTS.

Em fevereiro, o Botafogo recebeu um empréstimo de empresas parceiras de John Textor e, com isso, resolveu problemas como o transfer ban aplicado pela Fifa referente à dívida com o Atlanta United pela compra de Thiago Almada. O ano é encarado como um desafio para reestruturação.

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