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Presidente desabafa: 'O Flu não aceita mais ser tratado como mendigo'

Dia 01/03/2016
02:56

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O presidente do Fluminense, Peter Siemsen, voltou a falar sobre as dificuldades encontradas pelo clube para conseguir negociar o parcelamento das dívidas fiscais. E as palavras do mandatário tricolor foram fortes sobre a relação com a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN). Segundo ele, o Flu foi tratado de maneira indevida.

- O Fluminense não aceita mais ser tratado como mendigo. Se a Procuradoria não consegue ler o caráter dessas pessoas, a vontade de organizar a casa... Fomos tratados de forma injusta, indevida, no meu ponto de vista até ilegal, já que faltou isonomia de tratamento. Mudar passa por peitar o sistema, e vamos para o tudo ou nada. Queremos que o Fluminense seja respeitado - afirmou o presidente.

Como não entrou em acordo com a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) a respeito do parcelamento das dívidas, o Fluminense viu o passivo fiscal saltar de R$ 32 milhões para R$ 116 milhões, foi excluído da Timemania, sofreu várias penhoras e o atraso de salários.

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Em evento realizado nesta terça-feira, Peter Siemsen lembrou do cenário encontrado pela atual gestão no início do mandato, no fim de 2010. Além disso, mostrou-se esperançoso sobre a possível entrada do Fluminense no "Refis da Crise", como já havia antecipado o LANCE!Net.

- Acredito plenamente que a emenda ao "Refis da Crise" será sancionado, a presidente Dilma Roussef tem 15 dias para fazer isso. Além disso, nesta terça-feira seria votado no Senado a emenda sobre a reintegração à Timemania. Os dois caminhos são ótimos, mas para nós seria melhor o Refis. Ter a confiança de que em 15 anos o clube vai poder pagar a dívida... Nesse cenário, o Fluminense quita a dívida fiscal. Qualquer um dos dois nos dá o direito de novamente gerenciar o clube - disse.

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