Paulista comemora seis anos do título da Copa do Brasil
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22 de junho de 2005. Este é um dia que não sairá nunca mais da memória do torcedor do Paulista. Foi exatamente nesta data, há seis anos, que o Galo de Jundiaí conquistava o título mais importante de sua história, a Copa do Brasil. A conquista veio após um empate sem gols com o Fluminense, no Rio de Janeiro.
O time, comandado por Vagner Mancini, tinha como auxiliar o atual treinador, Wagner Lopes. Durante toda a campanha, a equipe fez 12 jogos e enfrentou seis adversários, todos da Série A do Campeonato Brasileiro na época.
O primeiro adversário batido foi o Juventude. Após uma vitória por 1 a 0, em Jundiaí, o Tricolor fez um gol no primeiro minuto em Caxias do Sul, tomou o empate, mas segurou a pressão e avançou de fase.
Na sequência veio a primeira grande "pedreira". Contra o Botafogo, o Paulista passou de fase com dois empates, 1 a 1, no Jayme Cintra, com gol do ídolo Márcio Mossoró e um 2 a 2 dentro do Maracanã.
Nas oitavas de final, o Galo encarou o poderoso Internacional, que seria campeão mundial no ano seguinte. Após perder em Porto Alegre por 1 a 0, a equipe devolveu o mesmo placar em casa e levou a decisão para os pênaltis, onde venceu por 4 a 2.
Na fase seguinte, o Paulista passou novamente pela emoção dos pênaltis. Após perder para o Figueirense em Santa Catarina, a equipe conseguiu se recuperar em Jundiaí e contou com a estrela do goleiro Rafael Bracali para garantir uma vaga inédita para as semifinais.
O Brasil já se assombrava com a campanha do desconhecido time do interior paulista. A maior prova da força daquela equipe veio nas semifinais contra o Cruzeiro. Em Jundiaí, o Galo atropelou a Raposa e fez 3 a 1.
No jogo de volta, encarando um Mineirão lotado, o Galo conseguiu uma reação épica. Após estar perdendo por 3 a 0, o time conseguiu buscar a classificação com dois gols de falta do volante Cristian (ex-Corinthians e hoje no Fenerbahçe) nos últimos cinco minutos.
A consagração finalmente veio contra o Fluminense. No Jayme Cintra, o Paulista fez um ótimo segundo tempo e conseguiu a vitória por 2 a 0, com gols de Márcio Mossoró e Léo. Na volta, em São Januário, bastou ao Tricolor Jundiaiense administrar a vantagem e esperar o apito final de Leonardo Gaciba para comemorar o título.
O êxtase tomou conta da torcida, que tomou as ruas de Jundiaí e fez muita festa para os atletas em um desfile de carro aberto no dia seguinte.
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