Pai de segunda viagem, Lucas Leiva quer repetir 2011, mas sem lesão
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Dos seis anos em que Lucas Leiva esteve no Liverpool, nenhum foi mais especial do que 2011. Nem em 2012, quando ele conquistou seu primeiro título pelos Reds. Foi na temporada anterior à conquista da Copa da Liga que ele atingiu seu auge tanto na vida profissional quanto na pessoal. Em 2011, o volante tinha vaga certa na Seleção Brasileira de Mano, foi eleito o melhor jogador do Liverpool no ano e virou pai, após o nascimento de Pedro Lucas. A um ano da Copa do Mundo e perto de se tornar pai novamente - desta vez de uma menina -, Lucas quer uma repetição daquele ano mágico - com exceção do fim trágico:
- Tirando a lesão no meu joelho, 2011 foi o meu melhor ano no Liverpool. Estava jogando muito bem, vinha sendo convocado, fui eleito o melhor jogador do ano pelos torcedores do Liverpool, enfim foi meu melhor ano. Infelizmente ainda não consegui dar sequência a ele por conta da lesão, mas espero que isso aconteça agora. Vou ter uma filha e em 2011 nasceu o Pedro Lucas. Tomara que ela traga a mesma sorte (risos).
A um ano da Copa e sem ser convocado desde que retornou de lesão, Lucas sabe que é difícil ser convocado novamente, mas segue com fé de que uma boa temporada com o Liverpool pode fazer com que Scolari lembre dele antes da lista final. E ele quer usar a Premier League, que começa neste sábado, para chegar lá:
- Esse é um ano decisivo, todos os jogadores brasileiros querem estar na Copa do Mundo, mas só 23 são convocados. Acho que a campanha do clube é determinante para conseguirmos uma nova chance. Eu espero ir bem para me enquadrar nesse projeto. Quero só uma chance.
Adaptado aos Reds e à cidade, Lucas é figurinha carimbada em eventos de caridade ligados ao clube. O jogador diz que se sente cidadão de Liverpool e ajuda com prazer. A filha nova deve ter a mesma naturalidade do irmão mais velho, nascido na cidade dos Beatles:
- Já estou indo para o meu sétimo ano em Liverpool. Me sinto completamente adaptado à cidade e ajo em nome do clube. Sou embaixador da Fundação Liverpool e tenho o maior prazer, não faço por obrigação, gosto de me envolver nesse tipo de projeto e sonho em trazer a Fundação para o Brasil ou criar meu próprio instituto, esse é um sonho que tenho.
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