Organizada do Santos nega ser responsável por protesto contra Ganso
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A chuva de moedas, os gritos de 'mercenário' e as supostas ameaças sofridas pelo meia Ganso depois da derrota do Santos para o Bahia, por 3 a 1, quarta-feira, não partiram da Torcida Jovem. Essa é a versão da organizada, que divulgou comunicado sobre o assunto na tarde desta sexta-feira.
O texto diz que a facção foi responsável pelos protestos ocorridos no jogo anterior, sábado passado, contra o Palmeiras. Segundo eles, que pediram 'mais respeito com o Peixão' naquele dia, a orientação sempre foi a de evitar a violência.
"Os episódios de quarta-feira foram fatos isolados que não partiram da TJ, e sim de todos que se indignaram com a postura do jogador dentro de campo", diz um trecho da nota.
"Se tivesse partido de nós, atacaríamos mais de mil moedas, e não meia dúzia. Usaríamos palavras mais fortes e o jogador sairia do estádio escoltado, e não somente com cinco seguranças", continuam os fanáticos.
A Torcida conclui dizendo torcer por um rápido desfecho da novela que pode terminar com Ganso vendido ao São Paulo. Os santistas pedem que, se Ganso quiser sair, que saia imediatamente, mas que "ao menos deixe ao Santos o que é de direito contratual, um pouco mais de R$ 23 milhões".
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