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De novo! Rubro-negros não perdoam vascaínos por mais um vice-campeonato

Formulário do doping do Xandão (Foto: Divulgação/SPFC)
imagem cameraFormulário do doping do Xandão (Foto: Divulgação/SPFC)
Dia 27/10/2015
21:29

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O dia seguinte de mais um clássico decisivo entre Vasco e Flamengo foi repleto de gozações. Nesta segunda-feira, o que se viu nas ruas do Rio de Janeiro foram torcedores das duas equipes em sentimentos felizes mas ao mesmo tempo contraditórios. O empate por 1 a 1 entre os dois clubes garantiu o Rubro-Negro na primeira fase da Copa Libertadores e deixou o gostinho de vice para os cruz-maltinos novamente.

Desta vez, o jogo não valia título para os dois. Somente os vascaínos lutavam pela conquista. Mas, além de precisar de um empate, o Flamengo poderia ter o prazer de mais uma vez, ser o algoz do rival, o que acabou acontecendo. O resultado ajudou o Corinthians a se tornar o campeão brasileiro.

No famoso camelódromo da Uruguaiana, no Centro da cidade, o clima foi de muita zoação. Até faixa em homenagem ao segundo lugar cruz-maltino foi feita.

– Os vascaínos serão vice até morrer. Quando eles veem o Flamengo pela frente já sabem o que acontecerá. Podemos estar com um time pior, mas não adianta. Eles nasceram para ser o eterno vice – brincou o vendedor rubro-negro Fábio dos Santos, de 30 anos.



Um dos folclóricos trabalhadores do camelódromo, Seu Bujica, que comercializa camisas de vários clubes brasileiros e europeus, fez questão de ir trabalhar trajado de Vasco.

– Disputamos todos os campeonatos este ano. Ficamos na frente do Flamengo no Brasileiro. Sou vice com muito orgulho – disse.

A temporada cruz-maltina pode ter resgatado o orgulho, mas não afastou o fantasma dos vices.

Paranaense não perdoa vascaínos


Enfermeira Tânia Dahir veio do Paraná somente pra ver o clássico (Foto de Ruano Carneiro)

No clássico de domingo, o Flamengo teve em sua torcida um reforço direto de Ponta-Grossa, interior do Paraná: a enfermeira Tânia Dahir. Ela esteve nesta segunda-feira no camelódromo da Uruguaiana tirando sarro com parentes que torcem para o Cruz-maltino e trabalham lá como vendedores.

– É a minha primeira vez no Rio de Janeiro. Já queria conhecer a cidade faz muito tempo e aproveitei que o último jogo do Flamengo seria contra o Vasco, pois sabia que a alegria era certa. Não vencemos, mas confirmamos a vaga para a Libertadores e o mais importante: presenciei mais um vice deles – brincou

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