Melhor do Brasil, Fabiana Beltrame vive dilema
- Matéria
- Mais Notícias
Após ser quarta colocada no Mundial de Remo disputado na Nova Zelândia, no ano passado, na categoria skiff individual peso leve, Fabiana Beltrame terá um desafio pela frente, na preparação visando aos Jogos Olímpicos de 2012.
Sua prova, que consta no cronograma dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara (MEX), não estará no programa olímpico de Londres-2012. Desta forma, a remadora – que possui os resultados mais expressivos do remo feminino brasileiro atualmente – optou por competir no torneio continental e, só depois, definir o que fará na Inglaterra.
Segundo Beltrame, há apenas duas opções que podem ser seguidas. A primeira seria voltar à sua categoria antiga, o skiff peso pesado, em que ela já esteve presente em duas Olimpíadas.
A diferença entre as duas categorias está na limitação de peso. O pesado contempla todas as atletas que ultrapassam os 59kg. O skiff peso leve, por sua vez, limita a participação às remadoras que possuam no máximo este peso.
Beltrame, hoje em dia, está no limite do peso da categoria leve, o que a deixa em desvantagem para competir na categoria pesada.
– Nas duas Olimpíadas anteriores eu competi no (peso) pesado. O problema é que as atletas são bem maiores, as europeias tem mais de 80kg. Então também posso tentar algo novo – disse Beltrame, ao LANCENET!.
O algo novo a que se refere a competidora seria remar no double skiff, vertente da modalidade em que duas atletas do país competem no barco.
Caso seja esta a opção, quem definirá sua parceira será a Confederação Brasileira de Remo (CBR), por meio dos resultados conseguidos antes da seletiva olímpica, que será disputada provavelmente no Chile, em data ainda a ser definida. Situação que, para Beltrame, não é a ideal.
– Para mim, com certeza, o barco deveria ser formado o quanto antes. Mas faz 24 anos que o remo não ganha uma medalha de ouro no Pan, e as mulheres nunca obtiveram uma medalha – concluiu Beltrame.
- Matéria
- Mais Notícias















