Mano, sobre pressão: 'É a ideal, gosto de conviver com ela'

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Diante do favoritismo do Brasil, a pressão é um assunto recorrente na Seleção Brasileira que vai à Londres buscar o inédito ouro olímpico. Com a exigência da conquista até por parte do presidente da CBF, José Maria Marin, o técnico Mano Menezes assegurou nesta segunda-feira que não se preocupa com as interferências externas e considera ideal o nível de pressão sobre o time e si mesmo.
- Estou muito mais confiante do que na primeira competição. Agora temos que fazer os ajustes finais. Pressão? É a ideal, gosto de conviver com ela, acho necessária. Não existe outra maneira de render bem. É o que estamos acostumados no futebol. Sendo mais ou menos, mas ela precisa existir - afirmou o treinador da Seleção.
Mano sobre pressão: 'A gente sabe o que pode render'
Se aparenta não se preocupar com a possibilidade de perder o cargo em caso de fracasso em Londres, Mano não perdeu a oportunidade para 'fazer campanha' pela implantação da política de continuidade no futebol brasileiro.
- Os exemplos são tantos de equipes bem sucedidas com o trabalho a longo prazo. Temos dois campeões confirmando isso (Corinthians e Palmeiras). Mas fica parecendo defesa em causa própria, por isso fazemos com moderação. Gostaria de fazer pedido para que vocês (da imprensa), depois de cinco derrotas seguidas, não façam enquete pra escolher substituto do treinador - completou, ressaltando que os adversários também são fortes:
- No futebol, vamos pensando em vencer, mas não vencemos por decreto. Não é uma decisão unilateral.
Mano Menezes e a Seleção Brasileira embarcam nesta segunda para Londres. A delegação decola do Rio de Janeiro às 20h10 e faz uma escala em São Paulo antes de aterrizar na Inglaterra.
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