Julio Casares afirma: 'Não está fácil arrumar patrocínio'

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Sem um patrocínio majoritário desde o início da temporada, o São Paulo está com dificuldades em arrumar um parceiro para estampar a camisa. Em entrevista à Rádio Bandeirantes, o vice-presidente de comunicações, Julio Casares, procurou esclarecer a situação.
- Não tá fácil, estamos conversando com algumas empresas. Falta chegar em um número adequado e não devemos ter nenhuma novidade em 30 dias. Esperamos até o fim do Paulista anunciar um patrocinador. Enquanto isso estamos trabalhando para que a receita continue forte, mantendo a boa estrutura - declarou Casares.
O último patrocínio que estampou o peito do uniforme tricolor foi o Banco BMG, que firmou contrato por um ano e meio, rendendo R$ 30 milhões aos cofres do clube. Porém, a parceria se encerrou no ano passado, e desde então o São Paulo não consegue preencher essa lacuna.
Perguntado ainda sobre qual seria o valor ideal procurado pela diretoria do Tricolor, Casares disse que um número entre R$ 25 milhões e R$ 30 milhões é o adequado, explicando que um valor dentro deste "intervalo" é uma receita compatível com o clube e seus torcedores.
Com dificuldades para arranjar o tão desejado patrocínio master, o São Paulo chegou ainda no início do ano a pedir auxílio do publicitário são-paulino Roberto Justus. A intenção é que Justus faça a captação de patrocínios para o clube.
Até o momento, o Tricolor conta apenas com o patrocínio da escola de idiomas Wizard, que estampa as mangas da camisa da equipe.
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