João Vitor se defende sobre afastamento e contradiz Tirone

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O volante João Vitor, do Palmeiras, quebrou o silêncio nesta terça-feira e deu justificativas por não ter participado da vitória sobre o Figueirense, no último sábado. Ao mesmo tempo, acabou contradizendo o presidente Arnaldo Tirone.
Em entrevista ao site oficial do clube, o jogador negou que tenha pedido afastamento à diretoria por medo da violência por parte dos torcedores neste momento ruim do time, na zona de rebaixamento do Brasileiro. No entanto, essa foi a versão apresentada por Tirone ao LANCENET! no último sábado.
O camisa 16 alegou que não está à disposição do novo técnico Gilson Kleina, porque tem uma fratura no dedo mínimo do pé direito e, por isso, passa por tratamento.
- Infelizmente, as dores estavam muito fortes e eu tive que parar para fazer este tratamento. Fiquei chateado com alguns comentários dizendo que eu estava pedindo para não jogar, mas não tem nada disso. Eu nem teria o direito de fazer esse pedido. Disputei diversas partidas com dor, com o dedo fraturado. Nunca deixei de me colocar à disposição para jogar - declarou ao site do Verdão.
Na última segunda, ele reapareceu em treinos da equipe e estava de chinelos, sem o uniforme do Palmeiras. Na semana passada, ele não viajou com a delegação para o retiro em Itu (SP). Ele tem contrato até dezembro.
- Ainda não sei do meu futuro, mas o meu presente é o Palmeiras e vou me esforçar como sempre fiz para estar ao lado dos meus companheiros, ainda mais nesta hora difícil. Não fui para Itu com o resto do grupo na semana passada por recomendação do próprio clube, para que pudesse acelerar minha recuperação - completou.
Arnaldo Tirone não atendeu às ligações da reportagem para comentar o assunto.
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