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Grupo ocupa sede da Odebrecht e pede fim da concessão do Maraca

Dia 01/03/2016
02:56

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Cerca de 40 manifestantes ocuparam na manhã desta quarta-feira a sede da Odebrecht no Rio de Janeiro. O grupo protesta contra a concessão do Maracanã, que foi vencida pelo Complexo Maracanã Entretenimento S.A. em maio deste ano. O protesto ocorre de forma pacífica.

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O movimento é coordenado pelo Comitê Popular da Copa e Olimpíadas. Segundo a nota divulgada pela entidade, o Comitê demanda "a anulação imediata da privatização do Maracanã, com a pronta saída da Odebrecht e de todo o consórcio. Exigimos a devolução do Maracanã à população. Exigimos um Maracanã 100% Público". A Odebrecht tem 90% do consórcio que administra o Maracanã. IMX e AEG têm 5% de participação cada.

O Complexo Maracanã se manifestou por meio de nota no início da tarde. Pelo comunicado, "esclarece que o Maracanã não foi privatizado. O estádio é um bem público do Estado do Rio de Janeiro cuja administração está sob a responsabilidade da concessionária, que assumiu após processo licitatório legal e tem obrigação de fazer investimentos para a manutenção e permanente modernização do Maracanã e do Maracanãzinho".

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A empresa prepara agora uma proposta de aditivo contratual que será submetida ao governo do Rio com modificações das áreas de construção de estacionamento e lojas, antes previstas para o entorno. Como o governador Sérgio Cabral desistiu de demolir o Parque Aquático Júlio de Lamare, o Estádio de Atletismo Célio de Barros e a Escola Municipal Friedenreich, edificações no entorno do estádio, as novas construções não mais poderão ser erguidas ali e podem passar para o terreno da Quinta da Boa Vista. Neste local estava previsto pelo edital de concessão do Maracanã a construção do que seria o novo de Lamare e Célio de Barros.

*Atualizada às 14h15

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