FPF orienta, mas não punirá árbitro após reclamação de Andrés

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O presidente da comissão de arbitragem da Federação Paulista de Futebol (FPF), o coronel Marcos Marinho, revelou que, após os erros cometidos na partida entre Corinthians e Mirassol e a reclamação pessoal de Andrés Sanchez, o árbitro Flávio Guerra foi orientado a rever alguns critérios disciplinares de avaliação durante as partidas.
- Ele recebeu uma orientação quanto à parte disciplinar. Mas tudo em uma conversa muito tranquila, em que o próprio árbitro admitiu que será preciso rever algumas coisas - declarou o coronel Marinho, em entrevista ao LANCENET!.
Na última segunda-feira, o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, compareceu à sede da Federação Paulista, localizada na Zona Oeste de São Paulo, para uma conversa pessoal com o coronel Marcos Marinho. Apesar da reclamação, o presidente da comissão de arbitragem afirmou que a orientação passada para o árbitro não foi só em relação aos erros que teriam prejudicado ao Corinthians, mas também o adversário. Marinho ainda comentou que não se incomoda com a reclamação por parte dos clubes.
- Não em relação ao Corinthians, mas às duas partes. Na distribuição de cartões, ele acabou adotando um estilo neste jogo que não deu certo - afirmou.
- Todos os clubes têm o direito de reclamar, o Andrés está no direito dele. Tivemos uma conversa informal, não houve nada de reclamação oficial do Corinthians. Foi tudo muito tranquilo - acrescentou Marinho, que afirma que o árbitro não receberá nenhuma punição ou suspensão por parte da comissão de arbitragem, que confia na revisão dos conceitos por parte de Flávio Guerra.
Segundo o coronel, a comissão concordou com a decisão do árbitro durante o jogo, no último domingo, que não marcou pênalti após a bola atingir o braço do meia corintiano Morais, dentro da área.
- O lance de pênalti foi discutível, então acabamos não apontando como um erro. Ficou apenas a parte disciplinar. E é importante, ainda, lembrar que a orientação não vai apenas para o árbitro, mas também para os auxiliares - finalizou.
Nesta quarta-feira, o técnico Tite negou que exista pressão indevida à comissão de arbitragem, e afirmou que pede, apenas, igualdade de critérios em relação ao Corinthians e o adversário.
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