Formação de jogadores no vôlei brasileiro preocupa Zé Roberto
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Questionado sobre o atual estágio dos clubes brasileiros, o primeiro assunto levantado por José Roberto Guimarães foi a deficiência nas categorias de base. O treinador mostrou-se muito preocupado com a formação de novos talentos na modalidade.
Para Zé, a descoberta de jovens atletas é o grande problema do país atualmente no esporte.
– Se o Brasil quiser permanecer entre os melhores do mundo, a base é extremamente importante e a confederação (CBV) sabe disso. O celeiro do país são as escolas e os clubes, e não temos uma boa formação. Temos de pensar em política esportiva, e isso vai acontecer infelizmente depois da Olimpíada – disse.
O técnico voltou a comandar um time brasileiro neste ano, no recém-formado Vôlei Amil de Campinas, depois de ir para a Europa em 2006. O time disputa agora o Campeonato Paulista.
– Pensamos muito em montar uma base no futuro, vamos ver se conseguiremos fazer isso no ano que vem para ajudar neste processo – falou o técnico.
Federação Internacional de Vôlei é alvo de crítica
Neste mês, a Federação Internacional de Vôlei (FIVB) elegerá um novo presidente. O brasileiro Ary Graça, mandatário na Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), é um dos candidatos e tem boas chances de se eleger.
Para Zé Roberto, a presença de Graça na Federação Internacional será boa para o vôlei. Sem citar nomes, ele aproveitou o assunto para criticar a atual gestão, do chinês Jizhong Wei:
– A presença do Ary (na FIVB) pode ser boa para o vôlei como um todo. Algumas coisas precisam ser mudadas no vôlei internacional. Cada competição tem um protocolo diferente, a pontuação dos torneios precisa ser mudada. Acho que agora teremos uma chance maior de colocar ideias e sermos ouvidos.
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