Erazo relembra passagem pelo Fla, e mira sucesso no Grêmio
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Contratado em 2014 com status de xerife da zaga do Flamengo, o zagueiro Erazo cometeu muitos erros, não caiu nas graças da torcida e deixou a Gávea sem marcar época. No entanto, o defensor está tendo novas chances de provar seu talento no Grêmio. Nesta segunda, em entrevista ao programa "Bate Bola", da ESPN Brasil, o atleta da seleção equatoriana relembrou os momentos difíceis que passou no Rubro-Negro.
- Para um estrangeiro, é dificil a adaptação total ao futebol brasileiro, que é exigente. Me lembro que, quando cheguei, fiquei dois meses sem minha família, não entendia a língua. Estreei no Flamengo e não fui bem, perdendo para o Fluminense de 3 a 0. Mas, faz parte, Deus me permiitu aquilo para eu assimilar e pôr os pés no chão. No pós-Copa, foi uma situação difícil, mas tenho boas lembranças do Flamengo, no Grêmio vou tentar fazer um boa temporada e, graças a Deus, está tudo dando certo agora no Grêmio - ressaltou.
O atleta, que chegou ao Brasil após passagem destacada pelo Barcelona-EQU, comentou que "estranhou" ficar entre os reservas em seu início no futebol carioca. Entretanto, mais maduro, Erazo ressaltou que mudou de postura e, agora, está colhendo frutos de sucesso no Grêmio.
- Agora aprendi a enxergar o futebol de uma maneira diferente. Cheguei no Brasil e virei reserva, o que era incomum no Equador. Eu vi que eu tinha de mudar meu comportamento, meu jeito de treinar e ter sucesso no futebol. Uma das coisas que me fez ficar no Brasil era ter sucesso no país, e felizmente estou conseguindo algum sucesso no Grêmio - avaliou.
Defensor da seleção equatoriana, o zagueiro gremista opinou sobre o nível de competitividade das Eliminatórias. Segundo Erazo, as Eliminatórias sul-americanas são as mais difíceis do mundo. O atleta também entende que o Brasil terá dificuldade, pelo nível atual dos adversários, mas não crê em uma eliminação da Seleção.
- Eliminatórias sul-americanas são as mais difíceis, seleções fortes. Mas o Equador tem de pensar no seu negócio. Vamos pegar adversários duros logo de início, mas num torneio de turno e returno temos de pegar todos mesmo. Não vejo o Brasil como um dos eliminados, mas certamente será muito difícil. Os rivais estão se aprimorando - encerrou.
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