Entrevista de Odone cimenta saída de Renato do Grêmio

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Apesar de afirmar que o pedido foi feito no vestiário, após o jogo, e que estava irredutível, Renato Gaúcho deixou claro que a entrevista do presidente Paulo Odone tirou qualquer chance de o treinador voltar atrás em sua decisão e permanecer no Grêmio.
Com tom totalmente diferente do próprio Renato e de Antônio Vicente Martins, depois do empate, o mandatário tricolor praticamente sacramentou a demissão do técnico.
Depois da conversa no vestiário, o Departamento de Futebol, sem Odone, foi ao hotel que Renato Gaúcho mora em Porto Alegre para tentar demover e debater melhor a decisão do treinador. Mas Renato havia ficado sabendo das palavras do presidente e não quis mudar de ideia.
- Os dirigentes foram ao hotel, e eu poderia ter tomado outro rumo. Mas quando eles chegaram lá, disse que não sabia o que eles falariam, mas que não ia mudar a opinião, principalmente depois da entrevista do presidente – revelou Renato Gaúcho.
Depois dessa resposta, o assessor de imprensa do Grêmio, Vitor Rodriguez, encerrou a entrevista coletiva. Um abraço com Antônio Vicente Martins fechou a parceria no Departamento de Futebol.
Em uma pergunta anterior, no entanto, Renato se contradisse e afirmou que sua relação com o presidente é boa e que não tinha nenhum problema com o técnico.
- Não tenho problema nenhum com ele. Escutei uma coisa e outra da entrevista, mas não sei o que ele disse realmente. Uns amigos meus me contaram – disse Renato, para depois dizer que as declarações foram decisivas no pedido.
A saída de Renato desagradou os torcedores. Cerca de cem gremistas estiveram no pátio do Estádio Olímpico e gritaram contra o presidente e a favor do ídolo do clube.
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