Dunga minimiza pressão e pedidos de saída do Inter: 'Só temo pela morte'
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A pressão não assusta o técnico Dunga. Os pedidos de saída da torcida colorada, que machucaram e machucam o treinador, não tiram a tranquilidade do capitão do tetra no comando do Internacional. Em entrevista calma na manhã desta terça-feira, no Centro de Treinamentos do Parque Gigante, demonstrou-se tranquilo diante de perguntas sobre ameaça de possível demissão do comando do clube - mesmo que a diretoria o tenha bancado até o final do ano.
- Só temo pela morte, o resto tudo se resolve.
Após a derrota para a Portuguesa, no Estádio do Vale, o presidente Giovanni Luigi foi aos microfones e deu respaldo para a continuidade do treinador. E mantém o discurso. Os líderes do elenco também se manifestaram a favor de Dunga e afirmaram que a responsabilidade pelo momento instável é dos jogadores.
O contato mais forte da diretoria com Dunga acontece diariamente, segundo o treinador. Diretores e o presidente Luigi passam no vestiário antes dos treinamentos, segundo relato do comandante.
- Tem conversa toda a semana, presidente é um dos primeiros a chegar no CT. Mas não vou desmentir toda hora notícia que ele aparece para dar apoio ... ele vem toda hora aqui, passa aqui. Como os diretores. É dia a dia, os resultados não vem, temos que pensar, buscar solução. Tenho o comando do grupo, tenho que ter soluções para lesões e os jogos. Acabou a sequência, tem que ter tempo de recuperação. Internamente sabemos disso, mas o torcedor fica focado na vitória. Temos que ter tranqüilidade e confiança no que está se fazendo - completou Dunga.
Os torcedores colorados pediram a saída do treinador após a derrota para a Portuguesa. Nas arquibancadas, gritos de "Adeus, Dunga" e "Abel Braga". No entanto, Luigi garantiu a permanência do treinador no cargo até o final do ano.
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