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Dracena: 'Pensamos no título da Libertadores para 2011'

Camisa do Octo (Foto: Divulgação)
imagem cameraCamisa do Octo (Foto: Divulgação)
Dia 27/10/2015
21:21

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2010, definitivamente, foi um ano de realizações para os santistas. No campo, a conquista de um Paulistão e uma Copa do Brasil, com Robinho como um dos grandes astros, comandando um time espetacular. Fora, o reconhecimento pela CBF dos oito títulos nacionais como brasileiros.

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Capitão do time, Edu Dracena confessou para o LANCE!NET que três momentos foram especiais: ter voltado a jogar em bom nível, o gol que selou o título da Copa do Brasil e, principalmente, o primeiro filho: Lorenzo, que nasce no início de janeiro.

Mas o que está bom, pode mesmo melhorar? Nesta entrevista, o zagueiro disse que é mais do que possível projetar e que "se não for igual, 2011 será ainda melhor do que 2010 para a torcida santista".

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Que presente você ganhou neste ano de Natal? E qual você pediria para 2011?
O grande presente foi ter voltado a jogar em um alto nível, com o gol do título da Copa do Brasil. Outro, certamente, é o meu filho. Para 2011, pensamos logicamente em um título da Libertadores. É preciso um time bom, competitivo, isso seria muito satisfatório.

Em 2011, então, o Santos prioriza a Libertadores?
Não temos e não podemos priorizar nada. Precisamos jogar todos os títulos, pois quando priorizamos, acabamos sem nada. O Santos não fez isso em 2010, não priorizou e por isso foi campeão. O que eu posso dizer é que não vai faltar dedicação e vontade. Vamos dar alegrias. Se não for igual, 2011 será ainda melhor do que 2010 para a torcida santista.

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O que você tira de lição daquela pós-Tríplice Coroa de 2003? O ano seguinte foi um fracasso, sabe explicar o motivo?
A qualidade dos jogadores era indiscutível: Alex, Rivaldo, Guilherme, mas não deu liga, não entrosou legal. Queremos que entrose, com a chegada de jogadores como foi em 2010. Parecia uma sintonia de anos, casamos as peças.

Mas com Elano, mais Neymar, Ganso e outros, o Santos é favorito, não? Isso pesa?
O time é um dos candidatos porque manteve a base e estão chegando jogadores importantes. Mas é preciso cuidado.

Esse ano foi o seu melhor na carreira? Acha que o Santos pode ser ainda melhor?
Meu melhor ano mesmo foi 2003, mas esse foi muito bom, pois voltei a jogar. Não sou um jogador que costuma fazer um ano bom e outro ruim, mantenho uma regularidade. Espero, logicamente, a mesma coisa para 2011.

Mas e como acredita que será a cobrança para um time que já foi sensação e agora fez altos investimentos?
Acredito que mesmo com a chegada de novos jogadores a cobrança já existiria. Até pelo futebol bonito e competitivo que mostramos. Com a chegada de novas contratações, a responsabilidade aumenta, mas estamos preparados. Precisamos desses desafios.

Nesse meio, só o Arouca custou R$ 8 milhões e o Elano 6,5 milhões. Tem como dar errado?
Acho que não é porque o clube investiu caro teremos resultados. Não é o caso, mas vamos ter que nos entrosar o mais rápido possível, pois a qualidade é indiscutível. O Real Madrid (ESP), por exemplo, tem vários jogadores de alto nível e não é tão entrosado como o Barcelona (ESP).

E nesse time, o Adilson tem indicado nomes de confiança, como o Charles, Guilherme e Jonathan. Acha que isso pode criar algum problema? O Marquinhos, por exemplo, já se considerou sem espaço.
Acredito que toda a mudança de treinador tem o seu tempo de adaptação. O Adilson gosta de um ou outro jogador e sempre vai indicar. O que dá para fazer é respeitar, acolher esses jogadores, pois o Santos não é o time do Adilson Batista, do Edu Dracena ou do presidente Luis Álvaro, é um só. E temos que buscar tudo pelos torcedores.

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