Dorival Júnior defende o seu esquema sem atacantes

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Dorival Júnior chamou a atenção para si nos dois últimos compromissos do Internacional no Campeonato Brasileiro. Contra São Paulo e Avaí, o treinador colocou em prática o desconhecido e inusitado esquema 4-6-0, ao promover as saídas de Dellatorre e Jô que atuavam como únicas referências do ataque colorado, respectivamente.
Ao ser indagado sobre o esquema sem atacantes, o treinador garantiu que já havia utilizado tal tática quando comandava o Vasco e destacou a sua eficácia.
- Utilizei uma vez no Vasco quando perdi os dois atacantes, o Elton e o Rodrigo Pimpão. Acabamos ficando sem ninguém. Adiantei o Carlos Alberto e a equipe não perdeu a agressividade. O Carlos Alberto girava entre os dois zagueiros. Em determinado momento, os zagueiros perdiam a função porque não tinham uma referência - garantiu o treinador em entrevista coletiva.
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E o treinador colorado usou a vitória contra o Avaí, que começou a ser construída quando Jô foi substituído, como exemplo para garantir a eficácia do 'novo' esquema de jogo do Internacional.
- Vimos por aí n vezes o Tinga na área, o Kleber fazendo gol. A maior importância passa a ser os jogadores se apresentem. Que possam aparecer como surpresa. Isso aconteceu com o Ilsinho, o Kleber, o Nei. Seguramos o Guiñazu para que tivéssemos uma referência defensiva. Nós neutralizamos os laterais adversários e os zagueiros perderam a referência. Essa foi uma alternativa clara que já tínhamos usado - assegurou Dorival.
E foi diante do Avaí, sem atacantes na etapa final, que o Internacional chegou aos 50 gols na competição, o que fez o Colorado ultrapassar o Flamengo e ter o ataque mais positivo do Brasileirão.
Diante do Corinthians, neste domingo, Dorival ganhou mais uma opção para o setor ofensivo. O meia-atacante Zé Roberto, que desfalcou o Inter contra São Paulo e Avaí, voltou a ter condições de jogo.
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