Domingo teve mais prisões e confrontos no Bahrein

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Os protestos anunciados para o dia do Grande Prêmio do Bahrein de fato aconteceram. Nas cercanias do circuito de Sakhir, a polícia, como de costume em todos os protestos nos dias que antecederam o evento, respondeu aos rebeldes com bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral. Houve dezenas de feridos, mas ninguém em estado grave, e uma mulher foi presa.
Também no domingo, uma equipe da TV inglesa Channel 4 foi detida depois de um outro protesto, na capital Manama. Sem credenciais para o GP do Bahrein, os profissionais da emissora estavam registrando o confronto quando foram abordados por policiais. O motorista que dirigia o carro da equipe ficou ferido nos braços.
No autódromo, o clima foi mais tranquilo e as equipes trabalharam sem problemas. Mas o chefe da Mercedes, Ross Brawn, opinou.
- Agora estamos aqui, mas depois precisamos sentar e discutir isso. Estamos comprometidos em correr, mas é preciso fazer um julgamento apropriado do que houve para tirarmos uma conclusão - disse Brawn ao site Autosport.
Desde 2011, a maioria xiita da população vem protestando duramente contra a monarquia sunita que governa o país. Mais de 70 pessoas já morreram nos confrontos.
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