CPI do Futebol aprova requerimento para ouvir José Marin e Hawilla
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A CPI do Futebol terá integrantes na Suíça e nos Estados Unidos para tomar depoimentos do ex-presidente da entidade José Maria Marin e do empresário José Hawilla. A escolha dos representantes e das datas será feita pelo ex-jogador e senador Romário (PSB-RJ), presidente da CPI e autor dos requerimentos.
Marin foi um dos sete dirigentes da Fifa detidos no fim de maio, quando o maior escândalo de corrupção da entidade veio à tona. Na Suíça, o dirigente brasileiro briga para não ser extraditado para os EUA, país onde está J. Hawilla, dono da empresa de marketing esportivo Traffic. O empresário está em prisão domiciliar e aceitou acordos de delação premiada. Ambos são acusados pelo FBI de participação em episódios de fraude no futebol.
Nesta terça-feira, a CPI teve outros requerimentos aprovado: o convite aos presidentes das 27 federações a comparecerem na CPI e a designação de procuradores federais, auditores fiscais, delegados de polícia, agentes rodoviários federais e analistas do Banco Central para auxiliar os trabalhos e investigações.
Romário também solicitou documentos relacionados a outras CPIs que investigaram o futebol brasileiro.
Criada no mês passado para investigar as denúncias de irregularidades na Copa do Mundo de 2014, Copa das Confederações, além de contratos e torneios organizados pela CBF, a comissão parlamentar é formada por Álvaro Dias (PSDB-PR), Ciro Nogueira (PP-PI), Davi Alcolumbre (DEM-AM), Donizete Nogueira (PT-TO), Eunicio Oliveira (PMDB-CE), Fernando Collor (PTB-AL), Gladson Caneli (PP-AC), Helio José (PSD-DF), Humberto Costa (PT-PE), Omar Aziz (PSD-AM), Roberto Rocha (PSB-MA), Romário (PSB-RJ), Romero Jucá (PMDB-RR), Wellington Fagundes (PR-MT) e Zezé Perrela (PDT-MG).
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