Clube 'vendedor' é o xodó dos negócios de Assis
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Responsável pelos negócios familiares, Roberto de Assis administra o grupo Assis Moreira, que inclui academias de ginástica, empresa de agenciamento de jogadores, uma agência artística, as marcas Ronaldinho e um instituto social. A "menina dos olhos" do empresário, no entanto, é seu clube, o Porto Alegre, fundado em 2006.
Assis participou de todo o desenvolvimento do clube. Discutiu a elaboração do projeto do bem equipado CT e acompanhou de perto a formação do elenco. Sem tempo para se dedicar integralmente ao clube, Assis escolheu a dedo pessoas de sua confiança para responderem em seu nome. Exigente, recebe diariamente por e-mail relatórios de tudo que se passa no Porto Alegre. Apesar da autonomia dada aos seus subordinados, participa das principais decisões, como escolha de técnico e contratações de jogadores.
O objetivo do Porto Alegre é, assumidamente, formar e lucrar com a venda de jogadores. A primeira leva de pratas da casa está prestes a sair: desde o ano passado, o clube conta com times infantil, juvenil e júnior.
– Pensamos em fazer uma boa participação no Gauchão. Depois, consequentemente, produzir jogadores – afirma o ex-jogador Marcelo Sander, agente Fifa do clube.
Assis negocia instituto no Sul
Após a novela Ronaldinho, Roberto de Assis passará a dedicar-se a outra negociação delicada no Rio Grande do Sul, onde mora sua família. Isso porque a prefeitura de Porto Alegre pretende cortar o repasse de recursos para o Instituto Ronaldinho, entidade que atende 700 crianças no turno inverso da escola.
O empresário pediu aumento de R$ 1,4 milhão, em 2010, para R$ 3,7 milhões, em 2011 – um reajuste de 160%. A Secretaria Estadual de Educação espantou-se com o pedido. As negociações devem ser retomadas nos próximo dias.
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