Borges e A. Lima: juntos só perto da torcida do Grêmio
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Apesar da boa atuação da equipe gremista na goleada em cima do Oriente Petrolero, os atacantes passaram em branco. E não são meros atacantes, são dois centroavantes de renome: Borges e André Lima.
Após a saída de Jonas, o Grêmio ainda não tem uma dupla de ataque definida. Renato Gaúcho elogia os dois jogadores, mas afirma que a escalação de ambos juntos depende de contexto. Na partida pela Libertadores, Borges teve atuação melhor que André Lima, substituído por Escudero.
- Dentro do possível todos vão jogar, naturalmente o esquema se encaixa. Antes do esquema, é a entrega que vale. Tínhamos que ter dois jogadores hoje no ataque para dar trabalho ao adversário. De repente tem horas que vamos jogar mais cautelosos e alguém tem que sobrar. Vamos degrau a degrau, observando os adversários. Importante é que estão todos querendo ajudar o Grêmio. No momento que qualquer jogador é chamado, ele tem correspondido – avaliou Renato.
O treinador, no entanto, elogiou a dupla e explicou como vai funcionar a mecânica de jogo quando ambos atuarem lado a lado. Por terem características semelhantes, um dos dois terá de se sacrificar em alguns momentos do jogo.
- Eles precisam se movimentar, eles tem que ter a leitura do momento do jogo. Quem tem que sair e ficar em cada momento. Cabe a eles decidir, o que não pode é os dois ficarem lá e aceitarem a marcação. Precisam conversar. Foram bem hoje – analisou Renato.
Para o ataque, depois dos reforços o Grêmio ganhou alternativas. Tanto Carlos Alberto como Escudero podem fazer essa função. O argentino, inclusive, entrou na vaga de André Lima como atacante de movimentação. Além deles, o Tricolor conta com Diego Clementino e Júnior Viçosa entre os 25 inscritos para a Libertadores.
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