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APO não vai virar cabide de empregos

Barcelona levanta troféu após vitória contra o Real Madrid (Foto: Albert Gea/Reuters)
imagem cameraBarcelona levanta troféu após vitória contra o Real Madrid (Foto: Albert Gea/Reuters)
Dia 27/10/2015
23:08

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O presidente da Autoridade Pública Olímpica (APO), Márcio Fortes, informou ontem que utilizará 1/3 do total de 181 cargos disponíveis no consórcio público. De acordo com ele, a medida vai agilizar o trabalho.

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- Vamos ter uma estrutura enxuta para evitar o retrabalho - contou Fortes, que participou nesta terça-feira do Seminário Infraestrutura Turística,
Megaeventos Esportivos e Promoção da Imagem do Brasil no Exterior, na sede do Tribunal de Contas da União, em Brasília.

Em um primeiro esboço, a APO, consórcio público responsável por coordenar as obras de infraestrutura para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016, iria ter 484 cargos. Mas, após uma reformulação, o número caiu para 181.

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Desde que assumiu, Fortes iniciou todo o trabalho de implementação da APO, desde a confecção do estatuto até a divisão orçamentária.

- O contrato de rateio do orçamento e o decreto que regulamenta a lei de criação da APO já estão prontos e serão publicados em breve - disse Fortes.

Sobre o custeio da APO, Fortes disse que a divisão orçamentária entre os governos federal, estadual e municipal está em finalização. Para este
ano, ele já estimou a necessidade de R$ 22 milhões.

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Na próxima semana, Fortes deverá se reunir com o prefeito do Rio, Eduardo Paes, e o governo do estado para discutir os projetos e a matriz
de responsabilidade do Rio 2016 (documento onde é expresso a obrigação de cada ente na realização das obras).

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