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Aguirre dispara: 'Não gosto do trato com os treinadores no Brasil'

Dia 01/03/2016
02:30

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Pouco prestigiado em seu início de caminhada como treinador do Internacional, o técnico Diego Aguirre suportou as críticas, impôs sua forma de trabalhar e, atualmente, tem recebido muitos elogios da crítica e da torcida Colorada. Nesta terça, em entrevista ao programa "Bola da Vez", da ESPN Brasil, o comandante falou sobre o trato com os técnicos no Brasil. Segundo Aguirre, não se confia no trabalho e não se respeita a profissão. 

- Não gosto do trato com os treinadores no Brasil. Não se confia no trabalho, muda toda hora, hoje está aqui, amanhã está lá (em outro clube). Não concordo com nada. Aqui se define se um trabalho bom por ganahr ou perder. É muito mais que isso. A pressão e cobrança é grande e para os dirigentes é mais fácil trocar do treinador. Não se respeita treinador que já deu alegria e títulos ao clube. Sem falar em nomes, isso acontece em geral. Não devia ser assim. É uma falta de respeito à profissão. O que acontece no Brasil é mais do que em outros. - disse o treinador do Colorado

Diego também falou sobre seus métodos de trabalho e afirmou que a convicção o fez ter tranquilidade nos resultados do trabalho.

- Trabalhamos muito com bola, 100% do tempo. Não fazemos trabalhos físicos. Isso, pra ideia que temos, não é melhor nem pior. É diferente. Por ser diferente, pode haver uma desconfiança, não dos jogadores, mas da imprensa, que via. (eles diziam) Vai dar certo? Duvidavam das coisas que viam no dia a dia. Que bom que nós acreditamos no que fazemos. Temos consegido coisas boas. No Penãrol, na Seleção era assim e não mudávamos nada. Não pelas críticas, que eram coisas que tentatvam influenciar. Com nossa conviccção, me dava tranquilidade. (No início) A cobrança era demasiada. O time estava começando. Eu queria a informação de quem eu estava colocando. - disse

O técnico terminou ressaltando que alguns jogadores veteranos foram importantes para passar sua mentalidade ao elenco. 

- Não posso falar se os jogadores (brasileiros) são mais mimados. Com a gente, os jogadores foram espetaculares, aceitaram tudo. Jogadores como Juan, D'Alessandro, Alex, eles ajudaram muito para que pudessemos trabalhar. È a realidade. Sem eles não teria sido possível. - encerrou



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