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Agora coadjuvantes, Ricardinho e Vôlei Futuro tentam surpreender

Dia 27/10/2015
22:58

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Uma das grandes estrelas do vôlei nacional na última década, Ricardinho notabilizou-se pela competitividade. Poucos jogadores do país exibiram tamanha gana dentro de quadra quanto ele. Contudo, para esta Superliga, o jogador admite a dificuldade que o Vôlei Futuro terá para manter-se entre os postulantes ao título da principal competição brasileira.

Vice-campeão no ano passado, o time de Araçatuba estreou com derrota para o Medley/Campinas. Nesta quinta-feira, às 20h (de Brasília), a equipe tenta a reabilitação contra São Bernardo. Porém, de acordo com Ricardinho, o papel do Vôlei Futuro será um pouco distinto neste ano.

– O objetivo nesta temporada é outro. Costumo passar isso para os mais jovens no vestiário. Nosso objetivo é atingir uma vaga nos playoffs, não vencer os grandes – disse Ricardinho, referindo-se a Sada Cruzeiro, Sesi-SP e RJX, favoritos ao título desta Superliga.

O contato dele com os jogadores mais novos do Vôlei Futuro é outro ponto ressaltado. Para o levantador, é um momento importante para que ele passe a sua experiência e ajude no desenvolvimento destes atletas:

– Nunca fui de jogar em grandes equipes, com estrelas. O meu papel sempre foi o de destacar novos talentos e fazer com que eles aparecessem no mercado e se tornassem grandes jogadores. Vou tentar passar o maior número de informações possível.

Por conta da perda de diversos de seus patrocinadores, incluindo o seu principal, a Reunidas (empresa de transporte), o Vôlei Futuro teve de encerrar as atividades de sua versão feminina – terceira na última Superliga – e reduzir os custos do time masculino, que havia sido vice-campeão do torneio passado.

Com isso, apenas três jogadores – Ricardinho e os centrais Michael e Vini – seguiram em Araçatuba.

– Você não espera que uma equipe que chega à final da Superliga perca patrocínio, pelo contrário. O vôlei do Brasil é o melhor do mundo, não pode ter isso – completou Ricardinho.

Outras equipes também tiveram problemas. Em Florianópolis, a equipe local perdeu o apoio da Cimed.

Os problemas do Vôlei Futuro

Crise e fim do time feminino
Em julho deste ano, a Reunidas, empresa de transporte responsável pelo patrocínio master do Vôlei Futuro, anunciou que não apoiaria mais a equipe. Com isso, a direção decidiu encerrar as atividades do time feminino, terceiro colocado na última Superliga. O time masculino se manteve, mas não se sabia qual o grau de investimento que seria feito pelo time de Araçatuba.

Continuidade
Para esta Superliga, o Vôlei Futuro promoveu a manutenção do time masculino, vice-campeão da temporada passada. Contudo, apenas o levantador Ricardinho e os centrais Vini e Michael permaneceram em Araçatuba. O técnico Cézar Douglas, que conduziu o time na campanha passada, também seguiu. Os próprios jogadores não esperam a equipe na briga por títulos.

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