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São Paulo tem Conselho dividido antes de votação da reforma do estatuto

Votação deve ser encerrada nesta quinta-feira, na parte da tarde

PorIzabella GiannolaSão Paulo (SP)
26/08/2026 19:57
Torcida do São Paulo protesta antes da partida contra o Ceará no Morumbis
Reunião começou nesta quarta-feira (26) (Foto: Jota Erre/AGIF/ Folhapress)

A reunião do Conselho Deliberativo do São Paulo para a votação da reforma do Estatuto começou às 19h (de Brasília), no Salão Nobre do Morumbis. O encontro entre os conselheiros serviu para a apresentação e discussão das propostas, enquanto a votação em si está prevista para começar às 22h e terminar às 17h desta quinta-feira (27). O Lance! ouviu algumas fontes para entender o clima e as expectativas em torno da decisão.

Ao todo, serão votados 12 blocos de propostas. O processo será realizado de forma híbrida, e os nomes dos conselheiros que participarem da votação ficarão disponíveis posteriormente. Entre os temas estão mudanças que atingem diretamente a estrutura política do clube e outras propostas consideradas mais amplas, com possíveis impactos na receita e no futuro do São Paulo, como alterações na composição e nas atribuições do Conselho de Administração.

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Reunião aconteceu no Salão Nobre do Morumbis (Foto: Rafaela Cardoso / Lance!)

Entenda o clima da reunião do Conselho do São Paulo

O cenário está dividido. Integrantes da oposição sinalizam apoio à reforma. Segundo o que o Lance! apurou, a avaliação é de que as mudanças ajudariam a descentralizar o poder da presidência e reduziriam a dependência do Conselho Deliberativo em decisões relevantes. A proposta também é vista como uma oportunidade para ampliar mecanismos de governança dentro do clube.

Do outro lado, grupos que compõem a situação e são maioria no Conselho Deliberativo têm uma visão diferente. Participação Tricolor, Legião Tricolor, Sempre Tricolor, Vanguarda Tricolor e Somos São Paulo formam a base que tende a votar contra as mudanças. A reportagem ouviu que existe a expectativa de rejeição da reforma justamente pela vantagem numérica da situação. Entre os argumentos apresentados está a avaliação de que houve pouco tempo para discutir o conteúdo e que a votação deveria ser adiada.

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Cinco oradores discursaram durante a reunião, que durou pouco mais de 40 minutos. Nenhum deles se manifestou contrário à reforma durante os discursos. A posição definitiva, porém, será conhecida apenas com a abertura da votação, que deve indicar de fato como os conselheiros se posicionam diante das mudanças propostas.


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