De saída, Osorio diz qual foi o maior legado que deixou ao São Paulo
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Juan Carlos Osorio permaneceu somente por quatro meses no comando do São Paulo, porém o treinador colombiano garante que deixou algo pelos lados da Barra Funda. Com a saída confirmada para dirigir a seleção mexicana, Osorio fez um resumo de passagem pelo Tricolor ao canal oficial do clube no Youtube. Dentre os assuntos abordados, disse qual foi o maior legado que deixou ao clube, além de cutucar novamente a diretoria sobre o desmanche que retirou oito atletas do time.
- Eu sempre procuro ser justo. Depois dos desfalques do time, da saída dos jogadores, o mais difícil para mim como estrategista, técnico do São Paulo, era encontrar, pesquisar dois jogadores para substituir Denilson e Souza. Thiago e Breno é uma muita boa combinação, boa mistura. Também acho que Thiago e Hudson vai ser boa. Outros casos encontrar uma posição nova para Alexandre, para Carlinhos, liberar mais Paulo Henrique e poder jogar um jogo mais ofensivo. Eu acho que é o maior legado que deixamos com o time - afirmou o treinador colombiano.
Osorio não deixará somente novas maneiras de enxergar o futebol e posicionar a equipe dentro de campo. De acordo com o próprio treinador, ele defenderá levará consigo aprendizados que pode ter no curto período em que dirigiu o Tricolor.
- A experiência de treinar o São Paulo me puxou mais para frente, como treinador e homem de futebol. Eu creio também que estar aqui, ficar no Brasil, trabalhar no Brasil, com tanta pressão no futebol me fortaleceu, e me enriqueceu para tomar esta nova oportunidade na minha carreira. Eu creio que nos quatro meses, cada dia era um desafio diferente. Eu sou um homem proativo, mais de ocupar-se a progredir, não preocupar-se e lamentar-se. Eu procuro focar-me nas tarefas e nas coisas que posso mudar. Por isso sempre me foquei 100% - analisou Osorio.
Em busca do sonho de treinar alguma seleção em uma Copa do Mundo, o colombiano poderá levar o México ao Mundial da Rússia, em 2018. Depois disso, quando desembarcar no território russo, não descartou a volta ao São Paulo quando perguntado se sua despedida era "um adeus ou um até logo".
- Hasta luego. Até logo. Fica aberto. Seguramente, sem dúvida, vou sempre ter São Paulo no coração, a torcer pelo time. O futebol muda constantemente, seguramente regressarei ao Brasil e a São Paulo, olhar o jogo, torcer pelo time, trabalhar, ver jogadores - disse.
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