Dirigentes do São Paulo devem ser ouvidos pelo MP em caso sobre ingressos
Ofícios foram enviados para membros do clube

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O Ministério Público de São Paulo encaminhou ofícios a integrantes ligados ao clube solicitando depoimentos sobre denúncias recentes envolvendo a suposta venda irregular de ingressos e camarotes no Morumbis.
Entre os citados estão Christina Massis, filha do presidente do São Paulo, Denis Ormrod, ex-conselheiro do clube, Érica Duarte, diretora-executiva jurídica, Fabio Castello Branco Mariz de Oliveira, conselheiro, Harry Massis Júnior, presidente do São Paulo, Lucca Monteiro Borzani, filho de um amigo do presidente, Olten Ayres de Abreu Júnior, presidente do Conselho Deliberativo, Roberto Soares Armelin, diretor-executivo de ESG, Riscos e Compliance, e Vinicius Pinotti, também conselheiro.
Os depoimentos deverão ser prestados no prazo de até 30 dias. No despacho, Vinicius Pinotti e Fabio Castello Branco Mariz são citados por terem ligação com a divulgação do áudio que deu origem às investigações sobre a suposta exploração irregular do camarote 3A do Morumbis.
A apuração teve início no ano passado, quando a Polícia abriu investigação após Douglas Schwartzmann, dirigente das categorias de base, e Mara Casares, ex-esposa do presidente Julio Casares, serem apontados como possíveis envolvidos em um esquema de comercialização clandestina de camarotes no estádio.
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Membros do clube viram alvos de denúncias nos bastidores do São Paulo
Christina Massis, filha de Harry Massis, estaria envolvida em um suposto esquema de venda de ingressos de um show realizado no Morumbis, em 2024. Um áudio com a acusação teria circulado nos bastidores do São Paulo. A apuração indica que a denúncia foi apresentada por Olten Ayres de Abreu Junior, presidente do Conselho Deliberativo.
No mais, Olten Ayres também estaria envolvido em uma outra situação semelhante. No caso, o presidente do Deliberativo foi citado uma possível venda irregular de ingressos de camarote, que eram retirados em seu nome.
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