Conselho aprova renovação do São Paulo com a New Balance
Renovação foi aprovada no Conselho

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O Conselho Deliberativo do São Paulo aprovou a renovação do clube com a New Balance. A votação foi encerrada na tarde desta terça-feira (7).
Ao todo, foram 136 votos a favor e 91 contra. Internamente, era um desejo da diretoria aprovar. Entre os argumentos, estavam questões como marketing e números de vendas - que teriam superado a fornecedora de material esportivo antiga, a Adidas.
No mais, alguns membros do Conselho Deliberativo levantaram outras questões. A renovação com a New Balance era tratada como algo político. Parte dos conselheiros via a proposta de renovação com a New Balance com ressalvas, apesar dos valores considerados altos, na casa de cerca de R$ 40 milhões anuais.
Um dos principais pontos de resistência era o tempo de contrato. O novo vínculo se estende até 2032, o que foi considerado longo demais por parte da oposição, que defendia aguardar o término do acordo atual, válido até o fim de 2027, para abrir uma nova concorrência no mercado.
Outro fator que gerou preocupação foi a multa rescisória prevista, inicialmente em torno de R$ 200 milhões. Na avaliação de conselheiros, esse valor poderia limitar o clube em uma eventual troca de fornecedor no futuro.
Além das questões contratuais, o tema também foi impactado pelo cenário político interno. A renovação acabou associada à gestão de Harry Massis Júnior no momento, poderia ser ligada também a Julio Casares, em um momento de desgaste após o impeachment do ex-presidente e a rejeição de balanços financeiros.

São Paulo recebeu proposta da Penalty
O Tricolor recebeu algumas sondagens da Penalty, como confirmou a reportagem. A marca brasileira apresentou uma proposta de cerca de R$ 50 milhões anuais, com bônus atrelados a metas, além do pagamento de R$ 15 milhões em luvas pela assinatura do contrato, que foi negada e não avançou.
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