Sem frescura: Eguren revela clube do coração e lembra caso de doping

- Matéria
- Mais Notícias
O volante uruguaio Sebastián Eguren chegou ao Palmeiras há duas semanas, mas já chama a atenção por não aliviar nas divididas e fugir do estereótipo do boleiro brasileiro: ouve rock, vai sem cerimônia ao bar de esquina para ver um jogo, não esconde o clube de coração e fala sem problemas sobre assuntos espinhosos, como o exame antidoping positivo que o afastou do futebol por seis meses, em 2004.
- Eu tomei o chá de coca, mas foi aprovado pelo médico do clube. A responsabilidade principal era dele. Pude comprovar depois que não era cocaína. De dois anos, passou para seis meses. Mas continuou não sendo bom. Aprendi que, se você gosta muito do futebol e tem um sonho, vai conseguir. Meu sonho era jogar e, se tinha que passar por cima de alguma coisa, não teria problema - disse, em entrevista exclusiva.
Na época, ele defendia o Nacional (URU), que por sinal continua sendo seu clube do coração. Nesta entrevista, que está disponível na íntegra no LANCE!Digital, ele dá mais detalhes da relação de amor com a tradicional agremiação uruguaia, mas ressalta que não teria problemas de marcar um gol pelo Verdão e comemorar.
O reforço deve ser regularizado a tempo de atuar contra o Guaratinguetá, no sábado. Ao L!, já deu o cartão de visitas. O novo 4 também falou sobre futebol europeu, Copa do Mundo, aborto, drogas e outros assuntos.
- Acho importante poder falar do que eu quero. Me perguntam do aborto, e eu falo. Tenho dois filhos (Manuel, de cinco anos, e Tiago, de três), um deles foi concebido na Suécia e a primeira coisa que perguntaram foi se nós queríamos. E dissémos que sim. Mas não me acho melhor ou mais culto que ninguém. Só gosto de ter a liberdade de falar o que eu quero.
O volante uruguaio Sebastián Eguren chegou ao Palmeiras há duas semanas, mas já chama a atenção por não aliviar nas divididas e fugir do estereótipo do boleiro brasileiro: ouve rock, vai sem cerimônia ao bar de esquina para ver um jogo, não esconde o clube de coração e fala sem problemas sobre assuntos espinhosos, como o exame antidoping positivo que o afastou do futebol por seis meses, em 2004.
- Eu tomei o chá de coca, mas foi aprovado pelo médico do clube. A responsabilidade principal era dele. Pude comprovar depois que não era cocaína. De dois anos, passou para seis meses. Mas continuou não sendo bom. Aprendi que, se você gosta muito do futebol e tem um sonho, vai conseguir. Meu sonho era jogar e, se tinha que passar por cima de alguma coisa, não teria problema - disse, em entrevista exclusiva.
Na época, ele defendia o Nacional (URU), que por sinal continua sendo seu clube do coração. Nesta entrevista, que está disponível na íntegra no LANCE!Digital, ele dá mais detalhes da relação de amor com a tradicional agremiação uruguaia, mas ressalta que não teria problemas de marcar um gol pelo Verdão e comemorar.
O reforço deve ser regularizado a tempo de atuar contra o Guaratinguetá, no sábado. Ao L!, já deu o cartão de visitas. O novo 4 também falou sobre futebol europeu, Copa do Mundo, aborto, drogas e outros assuntos.
- Acho importante poder falar do que eu quero. Me perguntam do aborto, e eu falo. Tenho dois filhos (Manuel, de cinco anos, e Tiago, de três), um deles foi concebido na Suécia e a primeira coisa que perguntaram foi se nós queríamos. E dissémos que sim. Mas não me acho melhor ou mais culto que ninguém. Só gosto de ter a liberdade de falar o que eu quero.
- Matéria
- Mais Notícias















