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Palmeiras muda métodos na base e espera resultados no centenário

Dia 21/10/2015
14:37
Atualizado em 29/02/2016
21:37

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Com resultados aquém do esperado nos últimos anos, as categorias de base do Palmeiras sofreram uma reformulação para darem frutos em 2014, o ano do centenário. Cresceu o intercâmbio com o time profissional, relação que não era tão próxima enquanto Luiz Felipe Scolari estava no clube.

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Os zagueiros Luiz Gustavo - hoje emprestado ao Vitória - e Thiago Martins - que viajou com o grupo para Juazeiro do Norte (CE) para o jogo com o Icasa - e os meias Bruno Dybal e Edilson trabalham na Academia, mas pelo pouco espaço no time de Gilson Kleina, atuam também com o sub-20.

- Eles estão só treinando no profissional. Aqui jogaram uma competição importante (Copa do Brasil sub-20, em que o clube caiu nas oitavas), é bom para pegar o ritmo de jogo e também para o próprio profissional observá-lo. Esse intercâmbio está sendo fundamental - disse Erasmo Damiani, contratado no início do ano como coordenador das categorias de base, ao LANCE!Net.

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Equipes de categorias inferiores, vez por outra, vão até o CT dos profissionais para vivenciar o ambiente. Garotos do sub-15 chegaram a pedir uma foto com o zagueiro Vilson e o atacante Vinicius recentemente.

Entre os diretores, o contato também é intenso. Damiani conversa quase que diariamente com o gerente de futebol, Omar Feitosa, e semanalmente com José Carlos Brunoro, diretor-executivo palmeirense. A aproximação é vista como importante para fazer mudar também a imagem de que o Verdão não forma jogadores de destaque. Hoje, Luis Felipe e Vinicius são as pratas da casa que mais têm espaço no time de cima.

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- O Palmeiras é centenário, mas na base é muito novo em relação a outros clubes do Brasil, tem coisas aqui que não foram trabalhadas. É um trabalho demorado de reconstrução - completou o coordenador.

VEJA BATE-BOLA COM ERASMO DAMINANI:

LANCE!Net: O que já mudou no clube?
Damiani: As mudanças são mais na área interna. Na captação tínhamos certa dificuldade dentro do clube, e agora temos pessoas fazendo isto, o que facilita para trazer jogadores. Para formar, mudamos a ideia aqui de só ganhar. Claro que queremos vencer, mas a intenção é formar.

Como é sua relação com Brunoro e Omar Feitosa?
Todas as minhas decisões eles sabem. Até porque somos um braço do profissional, tem uma ligação. Meu contato com o Omar é quase diário, por telefone ou pessoalmente. Com o Brunoro, quase semanal, e se não consigo falar, ele recebe todas as informações por e-mail.

Times do sub-20, sub-17 e sub-15 já treinaram na Academia. Qual a importância desta relação a eles?
Estou colocando os meninos para jogar lá, é a melhor coisa para eles. O sub-15 foi lá e viu os ídolos. Para eles também é motivação, ver que Guarulhos (onde fica o CT da base) não está tão longe da Barra Funda. Trazer para mais perto do profissional é algo bom para todos. 

MUDANÇAS NA BASE:

Categorias integradas
Assim como há uma relação próxima especialmente entre sub-20 e profissional, a comissão técnica do sub-15 agora conta entre seus auxiliares com os técnicos do sub-14, sub-13, sub-12 e sub-11. A intenção é aumentar o diálogo entre estas categorias. No fim de setembro, foi incluído no grupo Eduardo Pereira, o Alemão, que também comanda o time sub-15 e sub-11 do futsal palmeirense.

Sistema de captação
Desde a vinda de Damiani, o Verdão passou a investir no sistema de captação de jogadores, em que Palhinha e Beto Médice percorrem o país em busca de opções a serem trazidas para jogar na base alviverde. Alemão agora também faz parte do programa, este para buscar jogadores de futsal que também podem ser usados pelo time de futebol. Até agora, chegaram 15 jogadores desta forma.

Com resultados aquém do esperado nos últimos anos, as categorias de base do Palmeiras sofreram uma reformulação para darem frutos em 2014, o ano do centenário. Cresceu o intercâmbio com o time profissional, relação que não era tão próxima enquanto Luiz Felipe Scolari estava no clube.

Os zagueiros Luiz Gustavo - hoje emprestado ao Vitória - e Thiago Martins - que viajou com o grupo para Juazeiro do Norte (CE) para o jogo com o Icasa - e os meias Bruno Dybal e Edilson trabalham na Academia, mas pelo pouco espaço no time de Gilson Kleina, atuam também com o sub-20.

- Eles estão só treinando no profissional. Aqui jogaram uma competição importante (Copa do Brasil sub-20, em que o clube caiu nas oitavas), é bom para pegar o ritmo de jogo e também para o próprio profissional observá-lo. Esse intercâmbio está sendo fundamental - disse Erasmo Damiani, contratado no início do ano como coordenador das categorias de base, ao LANCE!Net.

Equipes de categorias inferiores, vez por outra, vão até o CT dos profissionais para vivenciar o ambiente. Garotos do sub-15 chegaram a pedir uma foto com o zagueiro Vilson e o atacante Vinicius recentemente.

Entre os diretores, o contato também é intenso. Damiani conversa quase que diariamente com o gerente de futebol, Omar Feitosa, e semanalmente com José Carlos Brunoro, diretor-executivo palmeirense. A aproximação é vista como importante para fazer mudar também a imagem de que o Verdão não forma jogadores de destaque. Hoje, Luis Felipe e Vinicius são as pratas da casa que mais têm espaço no time de cima.

- O Palmeiras é centenário, mas na base é muito novo em relação a outros clubes do Brasil, tem coisas aqui que não foram trabalhadas. É um trabalho demorado de reconstrução - completou o coordenador.

VEJA BATE-BOLA COM ERASMO DAMINANI:

LANCE!Net: O que já mudou no clube?
Damiani: As mudanças são mais na área interna. Na captação tínhamos certa dificuldade dentro do clube, e agora temos pessoas fazendo isto, o que facilita para trazer jogadores. Para formar, mudamos a ideia aqui de só ganhar. Claro que queremos vencer, mas a intenção é formar.

Como é sua relação com Brunoro e Omar Feitosa?
Todas as minhas decisões eles sabem. Até porque somos um braço do profissional, tem uma ligação. Meu contato com o Omar é quase diário, por telefone ou pessoalmente. Com o Brunoro, quase semanal, e se não consigo falar, ele recebe todas as informações por e-mail.

Times do sub-20, sub-17 e sub-15 já treinaram na Academia. Qual a importância desta relação a eles?
Estou colocando os meninos para jogar lá, é a melhor coisa para eles. O sub-15 foi lá e viu os ídolos. Para eles também é motivação, ver que Guarulhos (onde fica o CT da base) não está tão longe da Barra Funda. Trazer para mais perto do profissional é algo bom para todos. 

MUDANÇAS NA BASE:

Categorias integradas
Assim como há uma relação próxima especialmente entre sub-20 e profissional, a comissão técnica do sub-15 agora conta entre seus auxiliares com os técnicos do sub-14, sub-13, sub-12 e sub-11. A intenção é aumentar o diálogo entre estas categorias. No fim de setembro, foi incluído no grupo Eduardo Pereira, o Alemão, que também comanda o time sub-15 e sub-11 do futsal palmeirense.

Sistema de captação
Desde a vinda de Damiani, o Verdão passou a investir no sistema de captação de jogadores, em que Palhinha e Beto Médice percorrem o país em busca de opções a serem trazidas para jogar na base alviverde. Alemão agora também faz parte do programa, este para buscar jogadores de futsal que também podem ser usados pelo time de futebol. Até agora, chegaram 15 jogadores desta forma.

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