LANCE! Espresso: Palmeiras de hoje vai muito além da força da camisa
Com Abel Ferreira, o time deixou o medo para trás

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Surto de Covid-19, lesões de jogadores importantes do elenco, maratona de partidas decisivas e mudança no comando técnico. O que poderia parecer um pesadelo no momento mais crítico da temporada se transformou num trunfo do Palmeiras, que na noite de ontem goleou o Delfín com extrema facilidade e já está entre os oito melhores times da Libertadores da América.
O projeto que começou com Vanderlei Luxemburgo só deixou de ser uma miragem com a chegada de Abel Ferreira, que manteve a aposta nos ótimos jovens do grupo, mas resgatou outras lideranças que pareciam perdidas no esquema tático anterior, que não sabia muito bem o que fazer com a bola.
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O caso mais emblemático está no meio de campo, em que Zé Rafael, Raphael Veiga e Lucas Lima dominaram um setor que parecia completamente improdutivo até a saída de Luxemburgo. Ainda forte nas disputas do Brasileirão e Copa do Brasil, o caminho é longo e sem garantias de sucesso. Mas o Palmeiras que entra em campo hoje vai muito além da força da camisa.
Com Abel, resgatou não só o favoritismo, como também tornou real uma nova filosofia de jogo entregue com atraso. A bola agora é tocada para frente e o medo foi deixado para trás.
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