Nova obra de Rodrigo Santoro revive a Copa de 70 com Pelé e outros craques; entenda
Ator esteve no Rio Open para prestigiar vitória de João Fonseca

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Às vésperas de mais uma Copa do Mundo, o clima de nostalgia volta a rondar o torcedor brasileiro. Embalado por esse sentimento, Rodrigo Santoro estrela "BR-70", produção que revisita o tricampeonato mundial conquistado pela Seleção em 1970, no México. O ator adiantou detalhes do projeto em conversa com o Lance! durante o Rio Open.
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No longa, que deve ser lançado em formato de minissérie, Santoro interpreta João Saldanha, técnico responsável por montar a base da equipe antes de ser demitido cerca de dois meses antes do Mundial. Quem assumiu o comando foi Zagallo, que conduziu a Seleção ao título histórico.
— É basicamente a reconstituição da Copa de 70, onde o Brasil foi tricampeão e temos o que é considerado o maior time de todos os tempos. (O time) foi escalado, por acaso, pelo personagem que eu faço, que é o João Saldanha — explicou o ator.
Santoro destacou ainda que a produção será uma oportunidade para apresentar às novas gerações alguns dos maiores nomes da história do futebol. Sem revelar muitos detalhes, o ator afirmou que a obra deve ter quatro ou cinco episódios e que a estreia está prevista para as semanas que antecedem a Copa do Mundo de 2026, em junho.
— Para a garotada que não conhece, vai ser uma ótima oportunidade para ver a reconstituição de Pelé, Tostão, Rivelino, Carlos Alberto, só craque jogando.
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Do futebol ao tênis: emoção nas arquibancadas
Se nas telas Santoro revive um dos capítulos mais gloriosos do futebol brasileiro, nas arquibancadas ele também tem buscado novas emoções. Neste sábado (21), o ator acompanhou a vitória de João Fonseca e Marcelo Melo sobre os alemães Mark Wallner e Jakob Schnaitter, pela semifinal de duplas do Rio Open. A partida, decidida no tie-break, surpreendeu o público e manteve o clima de tensão até o último ponto.
— No começo, achei que o Marcelo e o João estavam dominando. Depois, os alemães cresceram no jogo. Eu não esperava que fosse para o tie-break, fiquei surpreso. Acho que o público também não sabia o que ia acontecer ali no fim. Foi tenso, mas deu Brasil. E vai dar de novo na final — apostou.

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