Pancadaria nas Olimpíadas de Inverno: estrela da NHL e francês saem no soco
Pierre Crinon e Tom Wilson foram expulsos após confusão no terceiro período

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O clima de rivalidade nas Olimpíadas de Inverno atingiu o ponto de ebulição. Durante o confronto do Grupo A masculino do hóquei no gesto masculino, entre Fança e Canadá, o que deveria ser uma disputa técnica virou uma luta de boxe. Os protagonistas foram o francês Pierre Crinon, do Brûleurs de Loups Grenoble, e o canadense Tom Wilson, estrela do Washington Capitals da NHL.
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Faltavam apenas 6 minutos e 59 segundos para o fim do terceiro período quando Crinon partiu para cima de Wilson. A agressividade chamou a atenção, mas o pano de fundo é cultural: na NHL, liga onde Wilson atua, as brigas são toleradas e fazem parte da tradição do esporte sob diretrizes estritas.

Regulamentadas pela Regra 46 da liga norte-americana, as lutas são vistas como atuações de "1 contra 1". Nelas, os jogadores não podem usar os tacos e o combate é interrompido assim que alguém cai ou os árbitros interferem. Na NHL, a punição padrão é de 5 minutos (o famoso fighting major).
No entanto, o cenário olímpico é drasticamente diferente. Os Jogos Olímpicos sempre seguiram uma linha rígida de proibição total a brigas, prezando pelo espírito esportivo e pela integridade física acima da "tradição" do gelo. Qualquer sinal de agressão resulta em exclusão imediata. Mesmo após a intervenção dos juízes, Crinon não se conteve e seguiu provocando o rival canadense. Ambos acabaram expulsos da partida, cumprindo as normas do COI que não dão margem para a violência.
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Apesar do descontrole disciplinar, o Canadá confirmou o favoritismo e atropelou a França por 10 a 2. A dinâmica do jogo, com suas substituições constantes e velocidade absurda, acabou ofuscada momentaneamente pelos punhos cerrados, mas o placar reafirmou a hegemonia da folha de bordo no gelo.
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