Huertas deixa ano conturbado para trás e torce por 'vingança' de Varejão
Capitão da Seleção Brasileira é uma das esperanças na busca por medalha na Rio-2016

A primeira experiência de Marcelinho Huertas na NBA demandou dúvidas, paciência e obstinação. Mesmo assim, o capitão da Seleção Brasileira de basquete está convicto de que a carreira seguiu o rumo certo a cerca de dois meses dos Jogos do Rio.
Apesar dos altos e baixos vividos com as cores do Los Angeles Lakers, franquia que acabou eliminada na fase regular deste ano, o armador cresceu em quadra na reta final. Ele está otimista até quanto à possível renovação do contrato.
– Os últimos dois meses foram muito bons. Pude demonstrar o meu valor. Há boa expectativa sobre continuar na NBA – disse Marcelinho, que concedeu entrevista coletiva nesta terça-feira, no Rio de Janeiro.
– Tivemos muitos problemas. O time sofreu com a falta de entrosamento, teve a despedida do Kobe Bryant e muita irregularidade, no coletivo e na minha participação.
Já de olho na Rio-2016, o atleta garante que a equipe comandada por Rubén Magnano terá tempo de adquirir o entrosamento necessário para brigar por uma medalha. A Seleção não joga com sua força máxima desde o Mundial da Espanha de 2014, quando foi eliminada pela Sérvia ainda nas quartas de final.
– O tempo será mais do que suficiente. Nossa Seleção será a primeira a se apresentar. Nenhuma outra equipe fará isto antes de julho – afirmou o jogador de 33 anos, que miniminou a falta do torneios com o elenco completo em 2015:
– Não influenciará em nada. O Magnano tem o mesmo estilo, as mesmas características, e nós o conhecemos. Talvez tenha sido até bom, pois descansamos após uma maratona de competições internacionais. Foi um ano de descanso.
Não é porque está fora da decisão da NBA que o jogador deixou o torneio de lado. Ele tem uma torcida declarada na final entre Cleveland Cavaliers e Golden State Warriors, que começa amanhã, devido às presenças dos companheiros Anderson Varejão, trocado pelo Cavs em fevereiro, e Leandrinho. No caso do primeiro, a vitória pode ter sabor de "vingança".
– Gostaria que o Golden State ganhasse. Admiro a maneira que eles jogam e tenho dois grandes amigos lá. O Anderson não queria ser trocado. Agora, ele terá a oportunidade de mostrar seu valor, que não deram em Cleveland – disse.
BATE-BOLA
Marcelinho Huertas Armador do Brasil, em coletiva
'Se o Pau Gasol não quiser vir para a Olimpíada, melhor para a gente'
Qual é sua expectativa para a final da NBA, a mesma de 2015?
Acho que o Cleveland está com sede de vingança pela derrota na final do ano passado. Eles estão vindo muito fortes. Enfrentaram o Toronto (Raptors), que deu uma balançada neles, mas no fim o Cavs ganhou de forma contundente. O Golden State, que era o grande favorito no início da temporada, passou por um momento difícil contra Oklahoma City Thunder e talvez chegue mais cansado. Agora, está tudo mais igualado do que antes.
Sua vontade para a próxima temporada é seguir no Lakers?
Não posso negociar antes do dia 1 de julho. Tive conversas boas com o Lakers no final da temporada. Gostaria de acelerar o processo, mas não tem nada certo. Quero jogar onde seja bom para mim, para minha carreira, onde eu me sinta importante. Quem não gostaria de jogar em uma franquia como o Lakers? Acho que não temos de ter qualquer preferência, mas se vier uma proposta, o time terá um peso a mais na minha decisão final.
Tem assistido à final do NBB entre Flamengo e Bauru? Qua avaliação faz do nível? Torce para qual?
Tenho visto bastante A decisão está bem igualada. O último jogo foi o de melhor nível técnico até agora. Este ano, posso acompanhar mais, porque a temporada acabou antes do que eu estava acostumado. É difícil saber o que vai acontecer. O Flamengo tem a faca e o queijo na mão (lidera a série por 2 a 1). Não tenho torcida para nenhum, para não haver polêmica.
O Brasil caiu em um grupo difícil na primeira fase da Olimpíada. O que pode falar dos adversários?
Todos os rivais são muito fortes na Olimpíada. O nível é uma barbaridade. Não podemos bobear, achar que haverá jogos mais fáceis. A Lutânia e a Espanha são potências, e a Argentina é um time chato, que já nos deu problemas em outros campeonatos.
O Paul Gasol (pivô da Espanha) cogitou não vir ao Brasil por causa do vírus zika. O que achou disso?
Eu não vi, mas ouvi dizer que ele falou. Bom para a gente. Não estou preocupado. Não temos como escolher quem vai pegar ou não. Pode acontecer em qualquer lugar. Se ele não quiser vir jogar, melhor para nós.

Vôlei
A volta de quem não foi: Douglas Souza segue na Seleção
Há 1 hora
Tênis
João Fonseca x Safiullin: horário e onde assistir à terceira rodada de Wimbledon
Há 2 horas
Fórmula 1
Após bater na trave três vezes, Bortoleto reflete sobre temporada na F1: 'Ponto por ponto'
Há 3 horas
Vôlei
Brasileiros se destacam em estatísticas da VNL; veja números
Há 4 horas
Vôlei
Time B da Seleção masculina de vôlei fará cinco amistosos em Santa Catarina
Há 5 horas
NBA
Saiba nome 'verdadeiro' de Stephen Curry, armador do Warriors na NBA
Há 5 horasMais LANCE!

Borrachinha culpa UFC por falta de luta: 'Eles não querem'

Douglas Souza pede liberação da seleção masculina de vôlei

Pilotos da F1 correrão com carro de brinquedo no GP da Inglaterra

João Fonseca x Roman Safiullin tem horário definido em Wimbledon

Hugo Calderano e Bruna Takahashi disputam semifinal do WTT Smash; veja onde assistir

Cinco pilotos da F1 correm 'em casa' no GP da Inglaterra

Jon Jones crava erro de Alex Poatan no UFC Casa Branca

Astros da NBA e da NFL detonam Claus em EUA x Bósnia: 'Insano'

Artilheiro dos EUA comemora 'à la' LeBron James, que reage: 'Que golaço!'

João Fonseca manda recado após segunda vitória em Wimbledon: 'Focado'

Após chegada de reforços, Flamengo anuncia saída de sete jogadores

Campeão do UFC revela por que McGregor 'fugiu' de Charles do Bronx

McLaren deixa de ser 'papaya' na F1 para GP da Inglaterra





