Brasileira supera finalista olímpica e quebra recorde na natação
A nadadora superou o recorde sul-americano por menos de um segundo

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Maria Fernanda Costa deixou sua marca na prova dos 800m livre. A brasileira quebrou o recorde sul-americano da prova nesta segunda-feira (6), no primeiro dia do Australian Open de natação, ao conquistar a medalha de prata. Ela terminou à frente de Erika Fairweather, finalista olímpica em Paris-2024. A australiana Lani Pallister ficou com o primeiro lugar.
Mafê completou a prova com o tempo de 8:23.98, superando a marca da argentina Delfina Pignatiello (8:24.33), recorde que perdurava desde o Mare Nostrum de Canet, em 2019.

Confira as parciais de Mafê nos 800m livre
- 100m: 1:00.13
- 200m: 2:03.65
- 300m: 3:07.73
- 400m: 4:11.20
- 500m: 5:14.17
- 600m: 6:18.61
- 700m: 7:22.40
- Final: 8:23.98
Nova prova olímpica deve acelerar evolução e derrubar marcas, projeta César Cielo
A inclusão das provas dos 50m nos estilos no programa olímpico da natação foi uma das principais mudanças no ciclo até Los Angeles. Campeão mundial nos 50m borboleta e medalhista de ouro nos 50m livre, César Cielo vê a novidade como uma boa estratégia para ampliar a atenção para a modalidade, com impacto relevante nos resultados dentro da piscina.
— Comercialmente, foi uma baita sacada da World Aquatics, vão ser provas que vão parar a sessão pra todo mundo assistir. Eu sou até um dos caras que gosta até da ideia de ter, por exemplo, um revezamento 4x50m, acho que seria o revezamento mais maluco da Olimpíada. A gente quer emoção quando a gente tá vendo esporte, a gente quer ver intensidade, e nenhuma prova é melhor que as de velocidade pra isso - disse Cielo, em entrevista exclusiva ao Lance!.
Na esteira do sucesso comercial e de público, a tendência é que a inclusão dos 50m nos estilos abra espaço para especialistas em velocidade e, consequentemente, para a quebra de marcas.
— Esse nadador vai ser mais reconhecido com o título olímpico, ele vai conseguir mais patrocínio. E, automaticamente, os tempos vão começar a cair de forma drástica. Então, eu espero que essas provas de 50 aí tenham quebras e quebras de recorde mundial aí nesses próximos anos com uma boa frequência - projetou.
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