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Queda de rendimento de Cano evidencia mau início de temporada do Fluminense

Tricolor amarga o Z4 e acende sinal de alerta para sequência na temporada

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Germán Cano, jogador do Fluminense, durante partida contra o Colo-Colo no Maracanã pela Copa Libertadores 2024. (Foto: Jorge Rodrigues/AGIF)

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Na última segunda-feira (13), o Fluminense perdeu de virada para o São Paulo pela sexta rodada do Brasileirão e entrou na zona de rebaixamento por pelo menos duas rodadas. Com o resultado, o Tricolor tem o segundo pior início de campeonato desde 2006.

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O atual campeão da Libertadores até começou bem a temporada sendo campeão da Recopa Sul-Americana em cima de um carrasco histórico, mas a partir da eliminação na semifinal para o Flamengo, a equipe não tem desempenhado como a torcida esperava.

Em seis jogos no Brasileirão, o Fluminense tem apenas cinco pontos conquistados, com uma vitória, dois empates e três derrotas. A campanha de 2024, até aqui, só é melhor que a de 2008, quando conquistou somente dois dos 18 pontos disputados nas seis primeiras rodadas.

Muito da queda de rendimento e atuações nas últimas partidas passa pela queda de finalizações e gols marcados. Desde 2022, Germán Cano está tendo seu pior ano no ataque do Fluminense. Em seu primeiro ano com o Tricolor, o argentino marcou 44 gols em 69 partidas, uma média de 0,63 gols por jogo. Em 2023, seu melhor ano, Cano marcou 40 gols em 61 jogos, média de 0,65 gols por jogo. Apesar de ser apenas o iníco de temporada, já é perceptível uma queda de rendimento em 2024. Em 15 jogos,apenas quatro gols foram marcados, uma média de 0,26 gols por jogo.

Alianza Lima x Fluminense - Fernando Diniz
Fernando Diniz, técnico do Fluminense, na partida contra o Alianza Lima, pela Copa Libertadores 2024. (Foto: Lucas Merçon/Fluminense F.C.)

No Brasileirão, o Fluminense deu 74 finalizações e 8 gols em 6 jogos, uma média de 12 finalizações por partida, sendo que 26 foram no empate contra o Red Bull Bragantino, na estreia do campeonato. No mesmo período em 2023, o Tricolor das Laranjeiras deu 82 finalizações e 12 gols marcados.

Na Libertadores a diferença não é tão discrepante, mas também há uma queda em relação ao ano passado. Em quatro jogos, o clube carioca finalizou 31 vezes no alvo, enquanto em 2023, o clube já somava 75 finalizações e nove gols.

As lesões recorrentes e o excesso de jogos pode explicar a queda de ritmo da equipe tricolor. Afinal, o Fluminense foi o único clube brasileiro que continuou trabalhando até final de dezembro de 2023 devido ao Mundial de Clubes.

Uma das principais diferenças do comando de Fernando Diniz nesta temporada é o rodízio do elenco. Em 2023, eram raros os jogos de descanso da equipe titular, mesmo com sequências desgastantes. Hoje, é comum que o técnico poupe peças importantes do elenco para partidas de mais apelido, principalmente com foco na Libertadores. Na última partida contra o São Paulo, por exemplo, Cano, Marcelo e Felipe Melo ficaram no banco.

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Diniz também perdeu pilares da equipe por lesões. Hoje, o Fluminense não pode contar com Marlon, Thiago Santos, Gabriel Pires, André, Lelê, Renato Augusto e Douglas Costa. Keno também estava lesionado, mas já está de volta aos gramados.

Com o adiamento da partida contra o Juventude na sétima rodada, o Tricolor só volta a atuar pelo Brasileirão no dia 25 de maio, sábado, em clássico contra o Botafogo, no Maracanã, às 16h00. O Fluminense vai em busca da vitória para escapar da zona da degola e retomar a boa fase.

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