Paulo Angioni - Fluminense

Paulo Angioni, diretor executivo de futebol do Fluminense (Foto: LUCAS MERÇON / FLUMINENSE F.C.)

LANCE!
18/07/2020
14:42
Rio de Janeiro (RJ)

Mesmo com a derrota na final do Campeonato Carioca, a expectativa no Fluminense para o restante da temporada é boa. Em entrevista ao canal do jornalista Jorge Nicola, o diretor executivo de futebol do Tricolor, Paulo Angioni, disse ter confiança de que o Flu ficará entre os dez primeiros no Campeonato Brasileiro.

– Pelo que vejo, a maturidade, esse processo que o Fluminense conseguiu de desmistificar o mito nesses três jogos contra o Flamengo. Mostramos a nossa capacidade. Vimos que no terceiro jogo o Fluminense não teve a mesma performance dos dois anteriores por causa daquilo que se reclamou muito, a falta de treinamento. Uma necessidade de jogar jogos seguidos. O Flu não teve a mesma reação no segundo tempo em função de um cansaço físico e, automaticamente, mental, que é o que comanda o corpo - disse Angioni.

- Eu não tenho dúvida (que o Flu ficará entre os dez primeiros). Eu ouço dos jogadores dentro do clube, amadurecidos, que falam, que, com certeza, chegaremos no patamar de cima. Há uma expectativa muito grande entre todos que o Fluminense terá uma posição muito grande nesse Brasileiro e brigará na parte de cima da tabela - completou.

O diretor ainda rebateu as críticas ao técnico Odair Hellmann que dizem que ele não gosta de utilizar muito atletas criados nas divisões de base. Angioni afirmou que discorda dessa afirmação e exaltou a criação de joias em Xerém.

– O Fluminense tem uma chancela, que é a chancela de Xerém, uma das melhores bases do Brasil, se não a melhor. O Flu talvez seja hoje um dos clubes que mais revela jogadores para o mundo, tem uma história gloriosa de formação. O Odair, uma das coisas que mais o agrada é corrigir. Ele cresceu trabalhando na base do Internacional e gosta de trabalhar com jovens. Para se ter uma ideia, no momento, ele está trabalhando com 38 atletas no elenco profissional, destes 17 são da base, quase 50% de atletas da base estão no profissional. Então não procede essa crítica - disse o dirigente.