Valinor Conteúdo
08/11/2021
18:02
Belo Horizonte

Após o rival Atlético-MG colocar mais de 60 mil pessoas no Mineirão no clássico diante do América-MG, pelo Brasileiro, o Cruzeiro tinha a expectativa de lotar o estádio para o duelo decisivo do clube contra o Brusque, nesta terça-feira, 9 de novembro, no Mineirão, pela Série B. Porém, uma divergência com a gestora do estádio, a Minas Arena, tirou o ímpeto celeste.

A Raposa teve à disposição uma carga de 35 mil ingressos e não teve autorização do Mineirão para abrir mais setores no Gigante da Pampulha. Segundo a Minas Arena, a liberação de menos espaços no estádio foi por uma questão operacional. Todavia, o Cruzeiro queria mais entradas e alega que faltou um tratamento mais igualitário com o clube.

O presidente Sérgio Santos Rodrigues questionou o modo que a Minas Arena tratou a Raposa e quer tentar abrir mais setores do Mineirão. O dirigente também falou que já começou o planejamento de 2022, ano em que o Cruzeiro deverá jogar a Série B pela terceira vez seguida. Confira nos vídeos da matéria.

Sérgio Santos Rodrigues chamou o pedido de afastamento de "peça de comédia"
Sérgio Santos Rodrigues reclamou do tratamento dado do Cruzeiro pela Minas Arena, gestora do Mineirão-(Gustavo Aleixo/Cruzeiro)