ANÁLISE: Otávio salva o Cruzeiro em atuação pobre do ataque contra o Boca
O arqueiro fez nove defesas contra o Boca Juniors

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Fora de casa, o Cruzeiro sobreviveu a um jogo de alta tensão na Bombonera e voltou para Belo Horizonte com um ponto somado contra o Boca Juniors. Entretanto, diferente do que aconteceu com o Palmeiras, onde a Raposa fez um jogo equilibrado, contra os argentinos, foi Otávio que manteve a equipe viva na Libertadores.
Contra os xeneizes, o camisa 81 fez nove defesas. Somente nos 90 minutos na Argentina, o arqueiro fez mais defesas que nos últimos quatro jogos somados. Entretanto, a Raposa foi bem no que um jogo de Libertadores pede: duelos.
Primeiro tempo sonolento do Cruzeiro
Precisando de um resultado positivo, o Boca Juniors partiu para o ataque com todas suas forças no início da primeira etapa. Em apenas 15 minutos, os donos da casa finalizaram oito vezes, com quatro defesas de Otávio e o gol argentino.
A cobrança de falta de Paredes tinha tudo para ser uma bola alçada na área, mas tomou a direção do gol. No recorte do momento da cobrança, Merentiel está na pequena área antes de cabecear, Kaio Jorge tem a responsabilidade de marcar dois jogadores, enquanto Gerson, Fabrício Bruno e Jonathan Jesus estão olhando para a bola.

Entretanto, depois do gol, os 30 minutos seguintes tiveram menos pressão xeneize, com mais seis finalizações. Enquanto isso, o Cruzeiro tentou se recolocar na partida e teve boa chance em contra-ataque puxado por Matheus Pereira, mas Kaio Jorge perdeu o controle da bola e chutou em cima de Brey.
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Cruzeiro ressurge no segundo tempo
Na segunda etapa, o Cruzeiro conseguiu se impor no jogo. Diferente das outras partidas, em que atacou mais pela direita (9 das 15 partidas com Artur Jorge), a Raposa apostou nas jogadas pela esquerda, e teve resultado. Christian e Gerson construíram e Kaiki cruzou para Fagner, na entrada da área, acertar um belo chute.

Porém, dez minutos depois, Gerson foi expulso e o Cabuloso voltou a ser pressionado. Nos minutos finais, Artur Jorge tirou Matheus Pereira para colocar João Marcelo e reforçar a defesa. Do cartão vermelho até o apito final, Otávio fez mais três defesas. A Raposa teve a chance clara de virar o jogo, aos 42 minutos, mas Neyser, com tempo para pensar, chutou em cima de Brey
No fim, o Cruzeiro colecionou estatísticas negativas. Com Artur Jorge, foi o jogo que o adversário mais criou (xG 2.38), mais chutou (28 finalizações, sendo 10 na direção do gol), e mais chutou dentro da área, com 14 tentativas. No ataque, teve seu terceiro jogo com menos finalizações (7).
Entretanto, a Libertadores é diferente, e exige postura agressiva. Nesse sentido, o Cabuloso teve seu melhor número de cortes com o treinador português (63) e venceu a maior parte dos duelos pelo chão (52%) e aéreos (61%).
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