ANÁLISE: Cruzeiro faz jogo franco contra o Palmeiras e empolga pela competitividade
A Raposa ainda teve a segurança de Otávio na defesa contra o Palmeiras

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O Cruzeiro conseguiu, mesmo fora de casa, segurar o Palmeiras. Mesmo em um jogo aberto, o Verdão teve xG de apenas 0.93, o pior desde a vitória contra o Red Bull Bragantino, quando a estatística bateu 0.46.
Na Arena Barueri, a Raposa fez um jogo competitivo e foi, possivelmente, um dos adversários mais difíceis que o Alviverde terá no Brasileirão dentro de casa.
Duas equipes que propuseram o jogo desde o início e também pressionaram a saída adversária, paulistas e mineiros apostaram em chutes de fora da área, e marcaram os gols assim.
"Áreas congestionadas" e contra-ataques
Na primeira etapa, o Cruzeiro até tentou apostar nas bolas esticadas, mas o Palmeiras estava preparado para se defender. Além disso, o time de Abel Ferreira pressionou muito a saída de bola celeste, forçando o Cabuloso a sair com seis jogadores atrás da linha do meio de campo.
Com as duas áreas congestionadas, os dois times finalizaram muito de fora da área. Arroyo e Felipe Anderson aproveitaram suas chances.

Na segunda etapa, em contraste com as defesas agressivas dos primeiros 45 minutos, o jogo foi mais aberto. Porém, mesmo chutando menos, o Cruzeiro teve mais chances claras que os mandantes. Kaio Jorge e Jonathan Jesus não conseguiram acertar o alvo.
Na defesa, Otávio mais uma vez salvou o Cruzeiro. Apesar de ainda hesitar em algumas bolas aéreas, o camisa 81 fez milagre em tentativa de bicicleta de Gustavo Gómez.
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Pontos positivos e negativos da partida do Cruzeiro
Se em outras ocasiões o técnico Artur Jorge citou que os jogadores celestes hesitaram em fazer faltas para parar contra-ataques, contra o Palmeiras, a percepção dos atletas foi perfeita. Isso ficou evidente quando Lucas Silva parou transição dos mandantes nos minutos finais.
Porém, o time seguiu errando passes no terço final. A equipe teve 71% nos 93 passes, frente a 83% de aproveitamento alviverde em 110 passes. Outro ponto negativo foi o baixo aproveitamento nas bolas aéreas.
Pela terceira vez no trabalho de Artur Jorge, a Raposa acerto apenas um cruzamento, mesmo tentando 16 vezes. Além disso, o Cruzeiro venceu menos duelos aéreos, com 8 contra 11 dos mandantes.
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