Roberto de Andrade, Flávio Adauto e Alessandro, do Corinthians

Dirigentes do Corinthians se manifestaram sobre o vaivém do mercado nesta terça-feira (Foto: Gabriel Carneiro)

Marcelo Laguna
17/10/2017
14:12
São Paulo (SP)

Apesar de já ter iniciado o planejamento para a próxima temporada, quando deve voltar à disputa da Copa Libertadores, o Corinthians não tratará publicamente de suas movimentações no mercado de transferências. A postura foi anunciada por dirigentes nesta terça-feira, durante o sorteio do Campeonato Paulista de 2018, que terá início em 17 de janeiro. 

- É um momento tão importante e nossos atletas, que hoje estão representando tão bem o Corinthians, é deles que temos que falar, então 2018 a gente vai falar em um momento mais oportuno, de nomes inclusive, não é a hora. Nesse momento não nos compete falar, não trará nenhum benefício levantar esse ou aquele nome. Respeitamos toda uma gama de atletas que vão se colocar no mercado e hoje estão disputando uma competição, como o Corinthians também está. É respeitar todos os atletas e não falar de nenhum nome - avisou o gerente de futebol do Timão, Alessandro Nunes.

O dirigente foi questionado especificamente sobre o nome do atacante Fernandinho, atualmente no Grêmio, e que pode estar no radar corintiano para 2018. Outros nomes também são cotados pelo clube, a exemplo de Zé Rafael (Bahia), Marllon (Ponte Preta) e Júnior Dutra (Avaí), todos atualmente disputando o Brasileirão por seus clubes. Ao não citar nominalmente os alvos, o Timão planeja manter o foco na briga pelo título.

Com 58 pontos somados em 28 partidas, o Corinthians lidera a tabela de classificação nove pontos à frente do Grêmio, que será o adversário nesta quarta-feira. Para 2018, apesar de já ter conversas abertas com reforços, o Timão diz, oficialmente, que não negocia com ninguém. Tudo pelo foco na reta final do Brasileirão.

- Não tem nada negociado, nada conversado. Vamos esperar o término do Campeonato Brasileiro. Por enquanto não existe nada de conversa com atleta nenhum - brada o presidente Roberto de Andrade.