Duílio Monteiro Alves - Corinthians

Duilio conseguiu fazer o clube conseguir um superávit no primeiro trimestre (Foto: Rodrigo Coca/Ag. Corinthians)

LANCE!
01/06/2021
16:53
São Paulo (SP)

Na tarde desta terça-feira, o Corinthians divulgou o balancete do primeiro trimestre de 2021 e ele veio com boas notícias para o torcedor, já que foi apresentado um superávit de R$ 3,535 milhões nesses três primeiros meses do ano. No entanto, a dívida total teve um pequeno aumento em relação a fevereiro, passando de R$ 950 milhões e segue longe de estar controlada.

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Esse resultado positivo tem a ver com a política de austeridade aplicada desde o início da gestão de Duilio Monteiro Alves, que cortou gastos no departamento de futebol, diminuindo a folha salarial. Mais ajustes estão previstos para os próximos meses. A ideia é cortar 20% de todos os gastos do clube. Além disso, o clube conseguiu trazer novas receitas como novos patrocínios.

Sendo assim, o futebol teve um superávit de R$ 24,547 milhões no período, enquanto o clube social teve um déficit de R$ 21,012 milhões. Por isso, o resultado líquido desses dois meses foi de R$ 3,535 milhão. Vale lembrar que no ano passado, somados os 12 meses, o prejuízo foi de R$ 123,3 milhões.

Entre o fim do mês de fevereiro e o fim do mês de março, as receitas de patrocínio e publicidade, e direitos de TV tiveram um aumento. Confira:

Patrocínio e Publicidades
28/2 - R$ 13.444 milhões
31/3 - R$ 23.538 milhões

Direitos de TV
28/2 - R$ 53.368 milhões
31/3 - R$ 88.586 milhões

No período, houve um acréscimo de R$ 45.312 milhões, além de R$ 6,572 a mais em repasse de direitos federativos, ou seja, venda de jogadores. São cerca de R$ 51,9 milhões de diferença, mas acontece que as despesas com o futebol tiveram um aumento de R$ 20,6 milhões durante o mês, o que impediu também que o superávit fosse maior. No entanto, o que pesa é o clube social, que teve R$ 7 milhões a mais de prejuízo entre um mês e outro.

Em relação ao endividamento total do clube, houve um pequeno aumento na comparação com o fim de fevereiro: de R$ 950,3 milhões, ela subiu para R$ 952,3 milhões no fim de março. Diante dos critérios adotados pelo LANCE! para analisar o balanço, o ano de 2020 fechou com uma dívida de R$ 956,9 milhões. Esse valor, nesses três primeiros meses de 2021, caiu R$ 4,6 milhões.