Fifa altera o modelo de partilha das cotas de patrocínio para os Mundiais de 2018 e 2022

A Copa do Mundo de 2014 ainda nem começou e a Fifa já pensa no faturamento do maior torneio de seleções de 2018 (Rússia) e 2022 (Catar). A entidade promoveu mudanças significativas no modelo de patrocínio criado em 2007 para as Copas da África (2010) e do Brasil (2014). As intervenções, anunciadas nesta terça (29), em Kazan (RUS), alteram a terceira cota de parceiros, até então nomeada como "apoiadores nacionais". As duas principais, "parceiros da Fifa" e "patrocinadores da Copa do Mundo" seguem sem alterações, reunindo um seleto grupo composto por 14 empresas ligadas à entidade maior do futebol mundial.
A cota que sofreu mudanças passou a ser chamada de "apoiadores regionais" e abrigará até 20 marcas das cinco regiões pré-definidas (América do Norte, América do Sul, Europa, Ásia e Oriente Médio/África). A estratégia regional estimula as empresas que não podem adquirir os direitos globais, a se associarem ao pacote relativo a uma região geográfica específica.
A mudança vale, por exemplo, para uma empresa interessada em adquirir os direitos para a América do Sul. A partir de agora, com as readequações levadas adiante pela Fifa, a empresa não será obrigada a adquirir o pacote global para ver sua marca associada à Fifa.
O diretor de marketing da entidade, Thierry Weil, justificou a mudança, ressaltando que o modelo vigente a partir de 2007 cumpriu o seu propósito, embora a reforma anunciada se mostrasse necessária.
- Essa estrutura comercial se revelou muito bem sucedida nas duas últimas edições do Mundial, já que não sobraram pacotes para vender. No entanto, sentimos que era chegada a hora de uma mudança. A demanda existe. Observando a estrutura atual, ficou claro que existe um interesse das marcas em ampliar o escopo dos contratos dos apoiadores nacionais para que não cubram apenas o país-sede - comentou Weil.
Os patrocinadores da Fifa que já assinaram contratos para as edições de 2018 e 2022 da Copa são a Coca-Cola, Hyundai-Kia (fabricante de carros), Gazprom (empresa de energia russa) e Anheuser-Busch InBev (companhia de cerveja).
A Copa do Mundo de 2014 ainda nem começou e a Fifa já pensa no faturamento do maior torneio de seleções de 2018 (Rússia) e 2022 (Catar). A entidade promoveu mudanças significativas no modelo de patrocínio criado em 2007 para as Copas da África (2010) e do Brasil (2014). As intervenções, anunciadas nesta terça (29), em Kazan (RUS), alteram a terceira cota de parceiros, até então nomeada como "apoiadores nacionais". As duas principais, "parceiros da Fifa" e "patrocinadores da Copa do Mundo" seguem sem alterações, reunindo um seleto grupo composto por 14 empresas ligadas à entidade maior do futebol mundial.
A cota que sofreu mudanças passou a ser chamada de "apoiadores regionais" e abrigará até 20 marcas das cinco regiões pré-definidas (América do Norte, América do Sul, Europa, Ásia e Oriente Médio/África). A estratégia regional estimula as empresas que não podem adquirir os direitos globais, a se associarem ao pacote relativo a uma região geográfica específica.
A mudança vale, por exemplo, para uma empresa interessada em adquirir os direitos para a América do Sul. A partir de agora, com as readequações levadas adiante pela Fifa, a empresa não será obrigada a adquirir o pacote global para ver sua marca associada à Fifa.
O diretor de marketing da entidade, Thierry Weil, justificou a mudança, ressaltando que o modelo vigente a partir de 2007 cumpriu o seu propósito, embora a reforma anunciada se mostrasse necessária.
- Essa estrutura comercial se revelou muito bem sucedida nas duas últimas edições do Mundial, já que não sobraram pacotes para vender. No entanto, sentimos que era chegada a hora de uma mudança. A demanda existe. Observando a estrutura atual, ficou claro que existe um interesse das marcas em ampliar o escopo dos contratos dos apoiadores nacionais para que não cubram apenas o país-sede - comentou Weil.
Os patrocinadores da Fifa que já assinaram contratos para as edições de 2018 e 2022 da Copa são a Coca-Cola, Hyundai-Kia (fabricante de carros), Gazprom (empresa de energia russa) e Anheuser-Busch InBev (companhia de cerveja).

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