Reforços milionários seguem sem espaço no Atlético-MG
Alan Minda e Cassierra entraram em apenas duas partidas desde que chegaram ao Galo

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Mais um jogo do Atlético, e novamente alguns dos reforços seguem sem espaço. No empate por 1 a 1 com o América, neste domingo, na Arena MRV, dois jogadores contratados para posições consideradas prioritárias permaneceram no banco de reservas e não foram acionados.
O ponta Alan Minda e o centroavante Mateo Cassierra chegaram em janeiro com a missão de suprir carências importantes do elenco. No entanto, até o momento, tiveram poucas oportunidades para mostrar serviço.
Minda foi relacionado para dez partidas desde que chegou ao clube. Não iniciou nenhuma como titular e entrou em campo apenas duas vezes, somando 43 minutos jogados.
Cassierra, por sua vez, demorou mais para começar a ser relacionado. Até agora, esteve na lista em quatro jogos e entrou em dois deles, acumulando cerca de 25 minutos em campo. Marcou seu primeiro gol na goleada por 7 a 2 sobre o Itabirito, em cobrança de pênalti no fim da partida.
Apesar das contratações para suprir necessidades claras do elenco, os dois reforços ainda aguardam mais oportunidades para ganhar ritmo e justificar a aposta feita pelo clube.
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Por que os reforços do Atlético não vem sendo utilizados?
Antes de ser demitido, Jorge Sampaoli foi questionado sobre a pouca utilização dos reforços e afirmou que, no dia a dia dos treinamentos, avaliava que os atletas ainda não estavam prontos para competir, especialmente o centroavante Mateo Cassierra.
Já Lucas Gonçalves, que assumiu a equipe interinamente, adotou outro discurso. Após o empate contra o América, o treinador evitou dizer que os jogadores não estão sendo aproveitados. Segundo ele, as escolhas passam por circunstâncias e características específicas de cada partida, o que acabou impedindo a entrada dos reforços naquele confronto:
— Entraram no último jogo, com bastante tempo para jogar. Cada jogo tem uma história, cada jogo tem uma maneira de pensar as substituições. São características de jogadores diferentes. O Cassierra é um jogador diferente dos que saíram jogando hoje, um centroavante de área. Não vi situações nesta partida para que a gente tivesse mais presença de área.
Depende muito da leitura daquilo que o jogo está te apresentando. O próprio Minda é um jogador de velocidade, mas a gente queria manter a estrutura do time — afirmou Lucas Gonçalves

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