Dirigente do Atlético-MG volta a questionar a arbitragem e dispara 'erros graves'
Paulo Bracks se manifestou por lance polêmico na partida contra o Athletic

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Atlético e Athletic empataram em 1 a 1 na noite deste sábado (7), na Arena MRV, em partida válida pela 7ª rodada do Campeonato Mineiro. Após o jogo, o CSO do Atlético, Paulo Bracks, voltou a se manifestar sobre a arbitragem, comentando um lance polêmico que gerou discussão durante a partida.
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O lance em questão ocorreu ainda na primeira etapa, quando, após um cruzamento, Cuello tentou disputar a bola, mas foi agarrado e impedido de prosseguir no lance. O árbitro mandou o jogo seguir, e o VAR não recomendou a revisão da jogada no monitor, gerando polêmica entre torcedores e membros da comissão técnica.
Paulo Bracks ressaltou que não está transferindo responsabilidade, mas afirmou quer entender o que acontece com a arbitragem que comete erros constantes contra o Galo:
— Não estamos transferindo nenhuma responsabilidade pelo mal resultado. Mais um mal resultado dentro de casa no Campeonato Mineiro. Mas a sequência de erros está nos prejudicando e eu quero entender o que está acontecendo.
— O pênalti no Bernad, no clássico, que a gente ganhou, o gol mal anulado do Cuello contra o América, que a gente empatou o jogo e o pênalti hoje contra o Cuello, no primeiro tempo. Para nós, se não foi claro o pênalti, no mínimo tem a dúvida do pênalti e o VAR tem que chamar para verificar — criticou Bracks.
Bracks classificou os episódios como "erros graves" que prejudicam diretamente o Atlético. O dirigente também destacou que já se reuniu com a CBF para tratar do assunto, mas que, apesar disso, os problemas persistem.
— É um pronunciamento para deixar claro que não estamos transferindo responsabilidade, mas também estamos atentos que são erros que estão nos prejudicando. São três erros graves na primeira fase do Campeonato Mineiro, e isso eu não posso deixar passar. A gente ainda esteve na CBF por conta daquele impedimento ou não milimétrico contra o Palmeiras aqui. Então a gente está atento, preocupado e nós não vamos deixar passar. E, de novo, sem transferir responsabilidade — concluiu Bracks

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