Em 2004, Eurico cutucou o Flamengo na véspera da final do Carioca: "Já comprei o chopp. Temos certeza que vamos ser campeões porque o nosso time é muito melhor". O rubro-negro levou a melhor e jogou água no chopp vascaíno

MP-RJ pediu a destituição da diretoria do Vasco no dia 14 de setembro (Foto: Reprodução)

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05/10/2017
11:17
Rio de Janeiro (RJ)

O Vasco apresentou na última quarta-feira sua defesa com relação a denuncia do Ministério Público do Rio de Janeiro. Em documento, o Cruzmaltino negou ter relações com torcidas organizadas, pediu a anulação da tentativa de destituição de membros da diretoria, que incluem  Eurico Miranda e seus vices-presidentes, e acusou o promotor Rodrigo Terra de imparcialidade em suas decisões contra o clube.

Segundo o ofício, Rodrigo já teria declarado que todos os clubes estão descumprindo o estatuto do torcedor, mas só se dispôs a investigar por motivos pessoais e tomando decisões 'com enorme rapidez'.

Sobre a acusação de contratar membros da Força Jovem para trabalhar em São Januário, o Vasco nega e afirma que apenas dois de seus 700 funcionários já fizeram parte de torcidas organizadas, o que não seria suficiente para gerar uma punição ao clube.

O clube ainda reafirma que a confusão no clássico contra o Flamengo, em São Januário, no dia 8 de julho, pode ter tido influência política e que a entrada de torcedores organizados no estádio ocorreu sem o consentimento do clube.