icons.title signature.placeholder Felippe Rocha
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24/08/2015
08:00

A situação do Vasco no Brasileirão é tão assustadora que parece estar afetando o equilíbrio emocional dos jogadores. Até dos mais experientes, como visto no jogo do último sábado, para o Goiás. Na derrota para o Esmeraldino, a possibilidade de reação ficou comprometida no início da partida, quando Jorge Henrique, de 33 anos, foi expulso por agressão. Além dele, o também experiente zagueiro Rodrigo, capitão do time quando Guiñazú está ausente, levou dois cartões amarelos – o segundo no pênalti que selou o placar. A situação é tão crítica que o Vasco igualou o número de expulsões com o de gols: oito.

Receberam vermelho até agora no Brasileirão, Guiñazú, Rodrigo, Jhon Cley, Christianno, Jordi, Gilberto, Rafael Silva e Jorge Henrique. O técnico Jorginho até tentou mudar o jogo com as substituições, mas com 2 a 0 contra no placar e com jogadores a menos, pouco adiantou.

– Manter o controle emocional é sempre possível, mas só aquele que está ali sabe como é. É muito difícil falar. Porém, o mais importante é entendermos que não podemos nos manter desequilibrados. E isso foi muito bom, nos mantemos organizados, mesmo com as expulsões – ressalta, ao acreditar que, taticamente, o comportamento não foi ruim diante da situação adversa.

O problema é que o Vasco tem confundido marcação forte com faltas, reclamações e violência. Assim, tem ficado entre as equipes mais advertidas e com mais expulsos quase sempre durante este campeonato. Cartões amarelos ninguém levou mais: foram 72. Quanto aos vermelhos, o número é altíssimo, inversamente impressionante e igual ao de gols marcados. São oito. É com esses problemas que o Vasco precisa lidar para não ter jogadores a menos na luta contra a degola. Contra o Figueirense, sábado, são três ausências certas. Além dos excluídos anteontem, o meia Jhon Cley recebeu o terceiro cartão amarelo.

Muito trabalho a ser feito durante a semana, e com o duelo contra o Flamengo, na quarta-feira, no caminho. É preciso muita conversa para este problema ter fim. Se parece improvável não ser rebaixado com 11 em campo, imagina com dez, nove...

A situação do Vasco no Brasileirão é tão assustadora que parece estar afetando o equilíbrio emocional dos jogadores. Até dos mais experientes, como visto no jogo do último sábado, para o Goiás. Na derrota para o Esmeraldino, a possibilidade de reação ficou comprometida no início da partida, quando Jorge Henrique, de 33 anos, foi expulso por agressão. Além dele, o também experiente zagueiro Rodrigo, capitão do time quando Guiñazú está ausente, levou dois cartões amarelos – o segundo no pênalti que selou o placar. A situação é tão crítica que o Vasco igualou o número de expulsões com o de gols: oito.

Receberam vermelho até agora no Brasileirão, Guiñazú, Rodrigo, Jhon Cley, Christianno, Jordi, Gilberto, Rafael Silva e Jorge Henrique. O técnico Jorginho até tentou mudar o jogo com as substituições, mas com 2 a 0 contra no placar e com jogadores a menos, pouco adiantou.

– Manter o controle emocional é sempre possível, mas só aquele que está ali sabe como é. É muito difícil falar. Porém, o mais importante é entendermos que não podemos nos manter desequilibrados. E isso foi muito bom, nos mantemos organizados, mesmo com as expulsões – ressalta, ao acreditar que, taticamente, o comportamento não foi ruim diante da situação adversa.

O problema é que o Vasco tem confundido marcação forte com faltas, reclamações e violência. Assim, tem ficado entre as equipes mais advertidas e com mais expulsos quase sempre durante este campeonato. Cartões amarelos ninguém levou mais: foram 72. Quanto aos vermelhos, o número é altíssimo, inversamente impressionante e igual ao de gols marcados. São oito. É com esses problemas que o Vasco precisa lidar para não ter jogadores a menos na luta contra a degola. Contra o Figueirense, sábado, são três ausências certas. Além dos excluídos anteontem, o meia Jhon Cley recebeu o terceiro cartão amarelo.

Muito trabalho a ser feito durante a semana, e com o duelo contra o Flamengo, na quarta-feira, no caminho. É preciso muita conversa para este problema ter fim. Se parece improvável não ser rebaixado com 11 em campo, imagina com dez, nove...