David Nascimento
09/12/2016
06:00
Rio de Janeiro (RJ)

O desejo do Vasco em contar com Luis Fabiano para a próxima temporada é muito maior que um sonho de consumo. A vontade da diretoria em ter com o artilheiro surgiu antes mesmo do clube garantir o acesso à elite do futebol brasileiro. Segundo o LANCE! apurou, os contatos foram paralisados com a troca de treinador e retomados essa semana. A cúpula de São Januário segue otimista em relação ao jogador, prioridade para assumir a camisa 9 do time.

O Vasco sabe quanto Luis Fabiano quer e o atacante tem ciência de quanto o clube pode pagar. Apesar de ainda os valores não serem iguais, não se considera pelos envolvidos algum tipo de divergência no sentido dos vencimentos. E os dirigentes vascaínos buscam por um desfecho antes do fim do ano.


O que vem arrastando a novela é o fato de Luis Fabiano ainda não estar totalmente livre do Tianjin Quanjian, da China. No contrato do atacante com os chineses há cláusula que se subissem de divisão ficaria em 2017, com possibilidade de sair em comum acordo.

Aos 36 anos, Luis Fabiano está negociando esse acordo com os dirigentes do Tianjin e o Vasco aguarda a documentação neste desfecho, assim como os demais clubes brasileiros, entre eles a Ponte Preta, que desejam o atacante.

Nas primeiras reuniões de Cristovão Borges para o planejamento de 2017, o treinador vê com bons olhos a chance de contar com ele.

DO ALTO DA COLINA
David Nasciment0 - repórter


"Correria para ter logo ações concretas"

Os primeiros dias de trabalho de Cristovão Borges junto ao presidente Eurico Miranda e demais integrantes da diretoria ligados ao futebol estão corridos. O treinador vem analisando diariamente os oferecidos visando o quanto antes ter ações concretas.

Há cuidado na montagem também da barca, que deve ser anunciada já na semana que vem, antes do fim das férias. Luis Fabiano, o nome que mais agradou o comandante até agora, é de forma correta o alvo prioritário até agora para 2017.

O Vasco precisa deixar o time mais jovem, há ciência interna disso, mas posições cruciais, como de centroavante, precisam ter a experiência.