icons.title signature.placeholder Fábio Aleixo
21/03/2014
07:00



Aos 28 anos de idade, Stanislas Wawrinka vive, de longe, o melhor momento da sua carreira profissional, iniciada em 2002. Depois de muitas frustrações e derrotas doloridas, o suíço, enfim, encontrou o caminho certo.

Passados quase três meses na atual temporada, tem só uma derrota em 14 partidas. Mas isso é pouco perto do que ele já conseguiu. Em janeiro, brilhou em Melbourne para conquistar o primeiro título de Grand Slam da carreira, o do Aberto da Austrália. Isso, depois de 35 tentativas frustradas em Majors.

Não bastasse isso, ocupa atualmente a terceira posição do ranking mundial, atrás do espanhol Rafael Nadal e do sérvio Novak Djokovic.

- Entre os jogadores, nos respeitamos muito. Claro que tenho um status diferente agora, tendo ganho um Grand Slam e sendo o número 3 do ranking. Mas para mim nada muda. Continuarei trabalhando duro e sabendo que posso perder qualquer dia contra um grande oponente - afirmou em entrevista exclusiva ao LANCE!Net.

Longe de ser considerado um dos maiores tenistas da história, Wawrinka vai, aos poucos, tentando conquistar seu espaço. Ser o centro das atenções é algo novo para ele.

Mas Stan – como é chamado no circuito – está acostumado a ser o “patinho feio”. Algo comum para um suíço que tem de brigar por espaço nas manchetes nos jornais de seu país com ninguém mais ninguém menos do que Roger Federer, um dos maiores tenistas de todos os tempos e ícone do esporte da Suíça.

– Roger me ajudou bastante ao longo do caminho. Não sou uma pessoa que está tentando ser o centro das atenções. Ele é o maior jogador de todos os tempos, uma lenda viva. Eu ainda estou muito longe dele, e sempre estarei – reconhece.

Clique abaixo para ler a entrevista na íntegra.